De saída da liderança, Cledinaldo prega demissão de secretário e diz que Renato não trabalha

Cledinaldo isentou o prefeito Marcelo Ascoli, mas não economizou na artilharia contra o pivô da sua renúncia da função.

Vereador Cledinaldo Cotócio na tribuna da Câmara nesta terça-feira. - Foto: Vanderi Tomé/Região News

O vereador Cledinaldo Cotócio, na sessão ordinária de ontem, terça-feira, saiu literalmente atirando da liderança do Governo na Câmara de Sidrolândia. Ele isentou o prefeito Marcelo Ascoli, mas não economizou na artilharia contra o pivô da sua renúncia da função, o secretário de Fazenda, Tributação e Gestão Estratégica, Renato da Silva Santos, a quem qualificou “como incompetente”.

Cotócio disse com todas as letras que Renato não trabalha “e só fica no celular vendo o WhatsApp”. “Ele está brincando de ser secretário e está mais preocupado em ser paquitinho, mantendo a boa forma andando de bicicleta”. 

Cledinaldo, que na semana passada culpou o secretário (que além da tesouraria, tem sob o seu comando a licitação), pela demora na instalação de quebra-molas reivindicados pela população, sugeriu ao prefeito que demita Renato, do contrário, mantê-lo pode custar a Marcelo a sua reeleição (de Ascoli).

“Veja com o ex-prefeito Ari Basso, que pagou o preço por ter mantido pessoal na sua assessoria que não gostam de gente”. O ex-líder disse que o secretário trata mal quem o procura. “Ele não recebe nem empresários, como os do transporte escolar, para dar explicação sobre porque estão sem receber há 4 meses”.   

No dia seguinte as críticas que recebeu de Cledinaldo, o secretário reagiu pelas redes sociais acusando o vereador ter o pressionado para antecipar o pagamento de empresas terceirizadas do transporte escolar.