Prefeito vai ficar sem líder na Câmara e vê críticas como ‘divergências pessoais’

O prefeito reconhece que o exercício da liderança do Governo é desgastante. Marcelo Ascoli, não vai escolher um novo líder.

Prefeito de Sidrolândia, Marcelo Ascoli, não vai escolher um novo líder para substituir o vereador Cledinaldo Cotócio - Foto: Vanderi Tomé/Região News

O prefeito de Sidrolândia, Marcelo Ascoli, não vai escolher um novo líder para substituir o vereador Cledinaldo Cotócio que renunciou a liderança do Governo no Legislativo após entrar em rota de colisão com secretário de Fazenda, Renato da Silva Santos.

“Vamos ter uma interlocução direta com o presidente Carlos Henrique no encaminhamento e tramitação dos projetos”, informou o prefeito que após um período de rusgas por conta do projeto de suplementação orçamentária, em que acusou Henrique de tentar engessar sua gestão, vive agora de relacionamento institucional harmonioso.

O prefeito reconhece que o exercício da liderança do Governo é desgastante, principalmente porque quem ocupa a função muitas vezes é obrigado a justificar e defender medidas impopulares que o Governo por força das circunstâncias, dificuldades financeiras, tem de adotar.

O prefeito define como "desentupimentos" pessoais, os entreveros públicos verbais travados entre o vereador Cledinaldo Cotócio e o secretário de Fazenda. Na avaliação do prefeito é um problema pontual que pode ser resolvido desde que haja disposição para o diálogo e o respeito mútuo.