BRASIL
Ex-ministra do TSE e advogado que atuou na Lava Jato vão coordenar jurídico de Flávio
Os novos responsáveis já atuam na pré-campanha do senador à Presidência.
Midiamax
03 de Março de 2026 - 14:37

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) oficializou a composição de sua equipe jurídica para a pré-campanha à Presidência da República.
Conforme reportagem publicada nesta terça-feira (3) pela Folha de S. Paulo, o parlamentar busca profissionalizar a estrutura eleitoral para o pleito de 2026, afastando o modelo de atuação da disputa de 2018.
A estratégia eleitoral será conduzida pela ex-ministra do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Maria Claudia Bucchianeri.
A coordenação das demandas jurídicas, que envolve a organização de respostas à imprensa e o suporte aos diretórios estaduais, ficará sob responsabilidade do advogado Tracy Reinaldet, de Curitiba, especializado em direito penal eleitoral e com histórico de atuação em processos da Operação Lava Jato.
Atuação inicial da equipe
Os novos responsáveis pelo jurídico do senador já iniciaram as atividades.
Bucchianeri, em conjunto com o advogado Marcelo Ávila de Bessa — que atende o Partido Liberal há duas décadas —, protocolou um pedido antecipado de provas na Justiça Eleitoral relacionado a uma homenagem carnavalesca ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A ação de investigação eleitoral deverá ser formalizada somente após o registro da candidatura, previsto para agosto.
Paralelamente, Reinaldet tem atuado em processos de danos morais.
Recentemente, obteve decisões favoráveis na Justiça do Distrito Federal, incluindo a exclusão de postagens em redes sociais que associavam o senador ao caso Banco Master e a manutenção de publicações feitas pelo próprio parlamentar contra o PT (Partido dos Trabalhadores).
Em reuniões com a bancada de deputados e senadores do PL, Flávio Bolsonaro destacou que a campanha seguirá um planejamento estratégico rigoroso.
A estruturação das equipes de confiança tem sido o foco do senador nas últimas semanas, incluindo a definição de coordenações estaduais, como a anunciada para o estado de São Paulo, que ficará sob o comando do governador Tarcísio de Freitas.




