ECONOMIA
Após desonerações, bancos preveem aumento no endividamento público
Essa relação, em queda nos últimos anos, fechou 2012 em 35,2% do PIB.
Folha
10 de Maio de 2013 - 20:17
A decisão do governo de reduzir o esforço fiscal e abrir espaço para mais desonerações como forma de estimular a economia deverá reverter a tendência de queda do endividamento público dos últimos anos.
Projeções do banco Santander já apostam numa elevação da dívida líquida do setor público para um montante equivalente a 38% da produção medida pelo PIB (Produto Interno Bruto).
Relatório do banco, que é um dos primeiros a abandonar a trajetória de queda no endividamento oficial, enfatiza que esse maior relaxamento fiscal se dará num cenário de menor crescimento econômico, o que deverá levar a dívida para a 38% do PIB.
Essa relação, em queda nos últimos anos, fechou 2012 em 35,2% do PIB.
O Itaú também já adotou a mesma linha e prevê que a dívida chegue a 35,9% do PIB no final deste ano e em 36,3% do PIB no último ano da gestão Dilma Rousseff (2013), seguindo tendência de alta nos anos seguintes até chegar a 42,1% em 2020.




