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ECONOMIA

Com ampliação de 300%, linha de crédito já beneficiou mais de 2,5 milhões de produtores

A proposta altera o Código de Processo Penal (Decreto-Lei 3.689/41), que atualmente não prevê prioridades.

Assessoria

28 de Maio de 2013 - 18:15

Para que histórias como a da agricultora Marília Salete Escher seja cada dia mais uma realidade no rural brasileiro, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) tem ampliado os recursos investidos em suas políticas a cada Plano Safra. E com o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) não é diferente. Na safra 2003/2004, o programa recebeu investimentos de R$ 5,4 bilhões e, hoje, os recursos chegam a R$ 18 bilhões – um avanço de mais de 300%.

Um bom exemplo dessa realização no meio rural vem do município de Campo Magro (PR). Há 13 anos, a agricultora Marília Salete Escher, 52 anos, e o esposo, decidiram investir na produção orgânica e encontraram no Pronaf a ajuda necessária para incrementar a renda da família. “Começamos a produzir verduras orgânicas e decidimos investir ainda mais na produção de leite. Para isso precisávamos nos enquadrar em algumas normas do estado no que diz respeito à produção animal. Foi onde nós fomos buscar o apoio no Pronaf para a construção da nossa leiteria”, conta.

A família já acessava o Pronaf custeio para a produção de verduras, quando fez um novo financiamento – o Pronaf investimento - para a construção da estrutura física do local de processamento do leite. Com a estrutura construída, eles fizeram mais um projeto, agora para mecanizar a produção. “Fizemos o Pronaf Mais Alimentos para compra de equipamentos, ou seja, a iogurteira, a câmara fria e o pasteurizador. Foi assim que conseguimos construir a nossa agroindústria. Se não tivéssemos condições de acessar o Pronaf a gente não teria continuado com a produção de leite, tínhamos simplesmente parado, vendido as nossas vaquinhas e ponto final”, confessa.

Desde outubro de 2012, a agroindústria Orgânicos Escher possui inscrição estadual para a comercialização de leite e derivados. “Quando a gente tem acesso ao recurso pra poder produzir e tem acesso à comercialização, é muito importante para o nosso desenvolvimento. Gostaria que tivessem existido políticas assim há 30 anos”, pondera a produtora.