Logomarca

Um jornal a serviço do MS. Desde 2007 | Terça, 24 de Fevereiro de 2026

Mato Grosso do Sul

Ponte do Rio do Peixe: saiba quais são rotas alternativas após estrutura desabar na MS-080

Estrutura rompeu no último domingo (22) enquanto carreta bi-trem passava pelo local. Trecho da rodovia segue interditado e motoristas precisam pegar trajetos alternativos.

G1 MS

24 de Fevereiro de 2026 - 10:23

Ponte do Rio do Peixe: saiba quais são rotas alternativas após estrutura desabar na MS-080
Carreta bi-trem passava pela ponte quando a estrutura desabou, em Rio Negro (MS). — Foto: Edmar Melo/TV Morena

O governo de Mato Grosso do Sul divulgou as rotas alternativas para motoristas que precisam passar pelo trecho da MS-080 que segue interditado após a ponte do Rio do Peixe desabar. A estrutura rompeu no último domingo (22) enquanto uma carreta bi-trem carregada com 40 toneladas de cimento passava pelo local. A ponte fica próxima ao município de Rio Negro.

Confira abaixo quais são os trajetos alternativos:

De São Gabriel do Oeste para Rio Negro:

  • Acesso pela MS-430 (km 12), cerca de 32 km de estrada vicinal, com posterior retorno à MS-080.

Para quem vem da região do Pantanal pela MS-080:

  • Acessar a MS-430 e seguir o mesmo trajeto indicado para quem sai de São Gabriel do Oeste em direção a Rio Negro.

De Campo Grande para o Pantanal ou São Gabriel do Oeste:

  • Pela Avenida Brasil, entrando à direita na Rua José Morita, seguindo pela estrada da Fazenda Pica Pau até a rodovia MS-430, a direita para São Gabriel do Oeste ou à esquerda (cerca de 10km) já retorna na MS-080 sentido Pantanal.

Rompimento da estrutura

Segundo a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), a estrutura de concreto não resistiu às fortes chuvas registradas nos últimos dias na região norte de Mato Grosso do Sul. A Polícia Militar Rodoviária Estadual interditou o trecho e equipes técnicas já avaliaram os danos.

A carreta transportava carga quase três vezes acima do limite permitido pela ponte. O motorista foi notificado por crime ambiental e por excesso de peso. Em nota, a Agesul disse que a ponte foi construída em 2010 e que um contrato emergencial está sendo feito para reconstrução da estrutura.