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Policial

Boate Kiss: polícia deve fazer acareações entre testemunhas e presos

A data para as acareações ainda não foram definidas, mas o prazo final para a conclusão do inquérito é 3 de março. As informações foram publicadas no jornal Zero Hora.

Jornal do Brasil

23 de Fevereiro de 2013 - 09:10

A Polícia Civil deve colocar frente a frente testemunhas do incêndio em Santa Maria (RS) e os quatro presos temporariamente pela tragédia - os sócios da boate Kiss, Elissandro Spohr, o Kiko, e Mauro Hoffmann, o Maurinho, e os integrantes da banda Gurizada Fandangueira, o produtor Luciano Augusto Bonilha Leão e o vocalista Marcelo de Jesus dos Santos.

O objetivo é confrontar os depoimentos para esclarecer informações contraditórias. A data para as acareações ainda não foram definidas, mas o prazo final para a conclusão do inquérito é 3 de março. As informações foram publicadas no jornal Zero Hora.

Se ocorrerem de fato, as acareações serão entre Kiko e o produtor Bonilha Leão; entre Kiko e o engenheiro Miguel Ângelo Pedroso, entre os integrantes da banda e testemunhas e entre os sócios e testemunhas. O objetivo da Polícia Civil é confrontar os depoimentos para esclarecer informações contraditórias.

Até a tarde de sexta-feira, cerca de 350 pessoas já tinham sido ouvidas pela polícia. A expectativa é de que esse número passe de 500 até a conclusão do inquérito. Ontem, prestaram depoimento vítimas, bombeiros e fiscais da prefeitura.

A partir de segunda-feira, devem falar a atual secretária de Finanças (pasta que emite o alvará de localização), Ana Beatriz Barros, e o ex-secretário de Controle e Mobilidade Urbana e atual presidente da Câmara de Vereadores, Marcelo Bisogno.