Policial
Carro suspeito em mercado pode ser pista de empresária desaparecida
Thaís não é vista desde a tarde de quarta-feira (14), quando parou no estabelecimento para comprar mantimentos para levar na fazenda em Maracaju
Campo Grande News
16 de Junho de 2017 - 14:21
A família da empresária Thaís Regina de Souza Valadares, 40 anos, suspeita que o motorista de um Uno vermelho estacionado ao lado do Gol de mesma cor dela, no estacionamento de um supermercado de Sidrolândia possa ter algo a ver com o desaparecimento. Thaís não é vista desde a tarde de quarta-feira (14), quando parou no estabelecimento para comprar mantimentos para levar na fazenda em Maracaju, onde mora o namorado.
Segundo a irmã e sócia de Thaís, Sílvia Adriana Souza Valadares, 44, as imagens mostram o motorista do Uno inquieto, observando a vítima o tempo inteiro enquanto ela guarda as compras em seu veículo e deixando o estacionamento assim que ela sai do lugar.
É uma suspeita, uma hipótese que avaliamos e passamos as informações para a polícia, disse Sílvia ao Campo Grande News.
Segundo ela, a família está apreensiva. Thaís, que é mãe de um menino de 12 anos, tem diabetes e corre o risco de não estar sendo medicada nesse período desaparecida.
A gente faz um apelo às pessoas, de coração, que nos ajude. Ela precisa da insulina, ou vai sofrer. De coração, esperamos que haja bom senso, disse a irmã.
A polícia já investiga o caso e por enquanto não há nenhuma pista do paradeiro da empresária. Sequer o carro foi localizado. Desde que o caso veio à tona e o telefone da família foi divulgado, somente informações falsas foram passadas, de que Thaís estaria vagando sem rumo pelas ruas da região e até morta em cidades vizinhas.
É muito sofrimento para nós da família acompanharmos essas informações falsas. Muita tristeza e muito trabalho de deslocarmos pessoas e a polícia para averiguar essas notícias, disse a irmã.
Ainda de acordo com Sílvia, há pelo menos seis meses que Thaís mantinha a rotina de visitar o namorado no interior. Ela revela que a irmã não tinha inimigos, nunca recebera ameaças que pudessem dar um indício do que aconteceu. Apesar do hábito de ir visitar o namorado, ela não repetia datas e horários das viagens, não mantinha um hábito, disse.
Os pais de Thaís estão em Maracaju colhendo informações. Outros parentes seguem em Sidrolândia. A casa da família, na Vila Planalto (região central da Capital), também está cheia de amigos e outros familiares em busca de informações. Não vamos desistir. Vamos seguir atrás de cada dica que conseguirmos e continuamos à disposição, disse.
Veja abaixo o último momento em que Thaís foi vista:




