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Policial

Corpo de brasileira morta na Espanha não poderá ser trazido para MS até o fim das investigações

Patrícia foi encontrada morta com pelo menos uma facada após o proprietário da casa onde ela morava perceber que ela não havia ido trabalhar.

Midiamax

05 de Fevereiro de 2014 - 14:30

O corpo da douradense Patrícia Souza Leal, 28 anos, morta em Madri no dia 15 de janeiro, não poderá ser transladado para o Brasil até que a polícia espanhola termine as investigações sobre o caso.

De acordo com Sandra de Souza Reis, tia de Patrícia, o Ministério das Relações Exteriores encaminhou um email informando que não será autorizada sua repatriação nem a cremação, por se tratar de prova essencial do crime investigado.

O corpo já tinha sido liberado e agora, com o pedido não poderá ser entregue à família. Além disso, o caso ficará em sigilo e sem mudanças, até o dia 20, quando o juiz irá se pronunciar.

Ainda segundo Sandra, o motivo da reviravolta é que o advogado do único suspeito do crime, o ex-namorado de Patrícia, solicitou que o corpo permaneça no país durante as investigações. “Era para hoje acontecer o enterro. A gente esta nas mãos da justiça de lá. Ele pediu isso justamente para atrapalhar”, diz.

Crime - Patrícia foi encontrada morta com pelo menos uma facada após o proprietário da casa onde ela morava perceber que ela não havia ido trabalhar. Ele avisou amigos da brasileira que foram até a casa, viram marcas de sangue e acionaram a polícia.