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Policial

Desaparecida entrou sem saber em grupo de aliciamento sexual no Facebook

O carro dela foi encontrado no estacionamento. A chave foi localizada próxima do pneu.

Midiamax

06 de Junho de 2017 - 15:39

Alaor Lemes, de 36 anos, marido de Keli Cristina dos Santos, de 38 anos - que desapareceu no fim da tarde dessa segunda-feira (5), em Campo Grande -, diz que a mulher recebeu ameaças de pessoas ligadas a um grupo de aliciação no Facebook.

O marido afirma que há cerca de 10 dias a Keli entrou em grupo de classificados de compra e venda, no entanto, após ter a solicitação aceita, percebeu que tratava-se de uma rede de aliciação.

"Ela me disse que depois que entrou descobriu que era um grupo criado para aliciar mulheres. Ela comentou que passou a ser ameaçada, então excluiu o Facebook, trocou o número do celular para não ser incomodada pelo WhatsApp, mas ainda assim chegou a comentar que estava pensando em sumir para não ser mais encontrada", relata.

Apesar das ameaças, Lemes ressalta que não chegou a ter acesso ao grupo ou às mensagens recebidas pela mulher e que o casal não registrou boletim de ocorrência sobre o fato. "Como ela excluiu o Facebook e trocou o número do celular, pensei que estava resolvido. Passou despercebido por mim", lamenta.

Desaparecimento -

De acordo com a família, Keli trabalha na manutenção de uma farmácia orgânica de Campo Grande e foi vista pela última vez no fim da tarde de ontem, quando foi a um supermercado localizado na Avenida Euller de Azevedo. O carro dela foi encontrado no estacionamento. A chave foi localizada próxima do pneu.

Até o momento não há pistas a respeito do paradeiro de Keli. A família acredita na hipótese de sequestro. Um boletim de ocorrência de desaparecimento foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro. Informações sobre ela podem ser repassadas à polícia, ou familiares, por meio dos telefones: (67) 99280-2474 ou (67) 99265-6351.