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Policial

Incêndio atinge depósito de recicláveis e idosa passa mal por inalar fumaça

O fogo destruiu um galpão de madeira que ficava ao lado do depósito e por pouco não atingiu alguns materiais que estavam no terreno.

Campo Grande News

16 de Setembro de 2013 - 17:00

O incêndio que atingiu um depósito de materiais recicláveis, na rua Caravana, no bairro Doutor Albuquerque, em Campo Grande, levou fumaça para dentro da casa de uma idosa, que passou mal e precisou ser encaminhada para um posto de saúde. O fogo começou por volta das 15h, e o Corpo de Bombeiros não tem informações se foi criminoso ou não.

A residência onde Meire Pascoal, 65 anos, mora no mesmo terreno do depósito, mas na parte da frente. Segundo o neto dela, Claudinei Velasquez, 24 anos, que foi até o local para socorrer a avó, a idosa inalou muita fumaça e passou mal. Ela foi socorrida e encaminhada para o posto de saúde universitário.

Ainda conforme informações do neto, o marido de Meire, Jadir Braga Ramires, 64 anos, cuidava do depósito, mas não estava no local quando começou o incêndio. O fogo destruiu um galpão de madeira que ficava ao lado do depósito e por pouco não atingiu alguns materiais que estavam no terreno.

Segundo os vizinhos, o fogo se alastrou muito rápido e os moradores se assustaram, com medo de as chamas atingirem as casas próximas ao depósito. “Eu tentei apagar com a mangueira, mas a água estava fraca”, conta o morador José Antônio dos Santos, 51 anos. Embora o local armazenasse materiais inflamáveis, o vizinho afirma que esta foi a primeira vez que ele soube de um incêndio no depósito.

De acordo com o subtenente do Corpo de Bombeiros Roledo, foram utilizados 10 mil litros de água para controlar o incêndio. Foram deslocadas quatro viaturas até o local, incluindo uma de resgate e um caminhão de auto-tanque, com capacidade para 30 mil litros.

Outro caso – Na tarde de ontem (14), um incêndio de grande proporção destruiu parte da Unidade de Tratamento de Resíduos do bairro Dom Antônio Barbosa, em Campo Grande, para onde foram encaminhados, pela Prefeitura, no final do ano passado, os catadores que trabalhavam no lixão da Capital.

O fogo, que começou por volta das 11h e só foi controlado perto das 14h, destruiu materiais prontos, já prensados, que iriam ser vendidos nas indústrias, e os que estavam separados há pelo menos um mês. As chamas também atingiram cinco prensas, equipamentos que custam, em média, segundo a presidente da UTR, R$ 20 mil reais.

Ninguém se feriu e as causas do incêndio ainda serão apuradas.