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Policial

Jovem tem carro furtado duas vezes em menos de 24 horas

A história que é levada na brincadeira por amigos e difícil de acreditar no primeiro momento começou por volta das 19 horas da última segunda-feira (17)

Campo Grande News

20 de Fevereiro de 2014 - 10:17

Definitivamente, um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar. Pelo menos essa é a conclusão do estudante de administração Erick Ferreira da Silva, de 22 anos. O jovem teve o carro furtado duas vezes em menos de 24 horas. O veículo está desaparecido desde a última terça-feira (18) e revolta o estudante.

A história que é levada na brincadeira por amigos e difícil de acreditar no primeiro momento começou por volta das 19 horas da última segunda-feira (17). Erick estacionou o Fiat Uno próximo da Unaes (Centro Universitário Anhanguera de Campo Grande), na região da Avenida Fernando Corrêa da Costa e quando voltou o veículo não estava mais lá.

Erick chamou a polícia, foi até a delegacia registrar um boletim de ocorrência e voltou para casa. Por volta das 4h30 do dia seguinte veio a boa notícia. O carro foi encontrado abandonado e estava na delegacia.

Feliz por ter o veículo usado para ir ao trabalho e à faculdade, Erick foi para casa, no Jardim Panorama, e deixou o carro estacionado na rua. Por ironia do destino ou por coincidência a situação se repetiu.

Uma dupla de moto passou pelo local e levou o carro do jovem por volta das 14h30 da terça-feira. A mãe de Erick estava em casa e até ouviu o barulho do carro arrancando, mas acreditou ser o filho.

“Eu sempre saio de casa naquele horário e ela achou que fosse eu. Quando eu descobri que tinham roubado de novo fiquei revoltado e fui na delegacia mais uma vez”, conta o jovem. Chegando na unidade, os policiais também estranharam a situação e disseram ao estudante que o caso é incomum.

Até agora a situação anterior não se repetiu e o carro ainda não foi encontrado. O complicado para Erick é contar a situação para alguém e o ouvinte não cair na risada. “As pessoas não acreditam, todo mundo ri da minha cara. A verdade é que dá um sentimento de revolta muito grande, mas eu tenho esperança de encontrar”, desabafa o estudante.