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Policial

PMA autua dois fazendeiros por exploração de madeira protegida por lei

MS Notícias

18 de Junho de 2012 - 15:12

Policiais Militares Ambientais de Cassilândia realizavam fiscalização neste fim de semana nas propriedades rurais do município e autuaram o proprietário de uma fazenda por exploração ilegal de madeira de lei.

No local, os policiais encontraram 150 lascas de madeira da espécie “aroeira”, que havia sido cortada na fazenda sem autorização, sendo que parte já estava instalada em cercas da propriedade. Foram apreendidos 3 m³ de madeira.

O fazendeiro, residente em Araçatuba (SP), foi multado em R$ 900,00 por possuir e utilizar produto de origem florestal da espécie “aroeira” sem autorização ambiental. Ele também responderá por crime ambiental e se condenado poderá pegar pena de uma três anos de reclusão. 

Mais apreensões

Outro fazendeiro, durante fiscalização nas propriedades rurais no município de Corguinho, foi atuado por explorar madeira. Os policiais localizaram em uma propriedade rural a derrubada de árvores para a exploração da madeira sem autorização. A madeira retirada, cerca de 3 m³, foi apreendida e as atividades foram interditadas.

O proprietário da fazenda, residente em Campo Grande, foi autuado administrativamente e multado em R$ 900,00 por explorar madeira sem autorização. Ele também responderá por crime ambiental. Se condenado, poderá pegar pena de seis meses a um ano de detenção.

Fiscalização nos rios

Os policiais Militares Ambientais de Mundo Novo, em fiscalização neste sábado (16), no rio Paraná, no município de Eldorado, retiraram 503 metros de redes de pesca que estavam armadas no rio. Durante a retirada das redes foram soltos vários peixes que ainda estavam vivos e enroscados na malha. Além das redes, ainda foram apreendidos e retirados do rio 157 anzóis de galho. Os proprietários do material não foram identificados.

Em um acampamento de pesca abandonado, os policiais ainda encontraram um revólver calibre 38, marca Taurus, com duas munições. A PMA suspeita que os donos do revólver e das redes abandonaram o rio e o acampamento quando avistaram a fiscalização.