Policial
Polícia ainda não tem suspeito de atentado com morte no anel viário
O caso é investigado na 6ª DP (Delegacia de Polícia) do bairro Tijuca, no entanto, nenhuma testemunha ou membro da família, por exemplo, foram ouvidos.
Campo Grande News
02 de Maio de 2017 - 17:00
A polícia ainda não encontrou nenhum suspeito de ter executado Marcílio de Souza Júnior, 38 anos, morto a tiros no início da noite do dia 20 de abril, no anel viário, próximo à saída para Sidrolândia, em Campo Grande.
Ele seguia em um carro modelo Fiat Palio prata, quando foi perseguido por um motociclista que efetuou cerca de setes disparos contra o veículo. Os tiros acertaram além dele a sua filha de três anos, no braço, e a sua mulher, 23, na coxa esquerda.
O caso é investigado na 6ª DP (Delegacia de Polícia) do bairro Tijuca, no entanto, nenhuma testemunha ou membro da família, por exemplo, foram ouvidos. A demora no resultado do laudo pericial também agrava a situação.
A linha de investigação é de que o crime tenha sido motivado por vingança. Pretendemos fazer os interrogatórios nos próximos dias, resumiu o delegado titular da delegacia, Edemilson Jose Holler.
A família da vitima também não tem uma ideia do que poderia ter motivado o crime, mas comentou que essa não era a primeira vez que Marcílio era alvo de um atentado a tiros. Antes de ser preso ele também já havia sido baleado no trabalho que ele tinha como vendedor, mas, desde então, não soubemos de mais nenhuma desavença dele, comentou a tia da vitima de 56 e que preferiu não se identificar.
O crime Além de Marcílio, a mulher e a filha pequena, seguiam no veiculo Fiat Palio também uma adolescente de 13 anos e a bisavó de 82, que não tiveram ferimentos. Ele retornava para o presídio da Gameleira - onde cumpria pena há três meses, por participar de um assalto - quando percebeu que era perseguido por um motociclista.
Ele tentou mudar a rota, mas não adiantou e o carro foi atingido por pelo menos sete tiros, na saída para Sidrolândia. Marcílio morreu no local. A vítima cumpria pena no presídio de regime semiaberto da Gameleira há três meses, por participar de um assalto.
A mulher e a criança foram levados para a Santa Casa pelo Corpo de Bombeiros. A criança foi liberada no dia seguinte ao crime, mas a mulher passou por cirurgia no fêmur e foi liberada dias depois.




