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Policial

Polícia confirma que moradora de Campo Grande morreu por asfixia no Paraná

Segundo relato das vítimas à Polícia Civil, três suspeitos chegaram na residência por volta das 04h00, onde as três mulheres dormiam

Correio do Estado

22 de Janeiro de 2016 - 08:01

A mulher de 31 anos, moradora de Campo Grande, que foi vítima de estupro e depois assassinada em Sarandi, no Paraná, foi morta por esganadura, que é uma asfixia com as mãos, segundo informou ao site o superintendente da Delegacia de Polícia Civil do município, investigador Wuilson Luis Pinheiro de Barros.

O crime aconteceu na madrugada desta quinta-feira (21). A vítima estava na cidade para visitar a mãe. A sobrinha da vítima, que tem uma irmã gêmea, também foi estuprada. A terceira vítima da ocorrência foi à avó, de 57 anos. Ela foi agredida e ameaçada de morte. Os nomes não serão informados na reportagem para preservar a identidade da menor de idade.

O investigador Barros disse ao Portal Correio do Estado que a menina, que está no hospital, informou que os suspeitos se chamavam pelos nomes de Pablo, Douglas e Jefferson. A partir disso, as equipes de investigadores puxaram no fichário criminais todos os suspeitos com os respetivos nomes e estão em diligências de casa em casa de cada procurando pelos suspeitos.

Também foram levadas cerca de 20 fotografias ao hospital para que a menina pudesse fazer o reconhecimento, mas até o momento, nenhum suspeito foi identificado. A criança deverá ser ouvida pela Polícia Civil nesta sexta-feira (22).

O CRIME

Segundo relato das vítimas à Polícia Civil, três suspeitos chegaram na residência por volta das 04h00, onde as três mulheres dormiam. Um deles pulou o muro, arrombou a janela da cozinha, entrou e abriu a porta para dar acesso aos outros.

Dentro da casa, um foi direto ao quarto onde a avó dormia. Outro encontrou a jovem de 11 anos. Em meio aos barulhos, a tia da adolescente acordou e foi verificar o que estava acontecendo, momento em que foi atacada. A avó, de 57 anos, tentou intervir na situação, mas foi ameaçada de morte pelos suspeitos.

Depois de violentar tia e sobrinha e cometer o assassinato, os três fugiram levando eletrodomésticos e certa quantia de dinheiro, não divulgada. As investigações são chefiadas pelo delegado Reginaldo Caetano da Silva.