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Policial

Polícia faz mistério sobre assassinato de empresário e alega sigilo

Na circunstância do crime, testemunhas disseram à polícia que os autores estariam em uma caminhonete L200, a qual, conforme o delegado, é de outra cidade

Correio do Estado

22 de Janeiro de 2016 - 09:53

O delegado Guilherme César faz mistério e alega sigilo nas investigações sobre o assassinato do empresário do ramo de comércio de roupas e acessórios, Diego do Amaral Frete, de 27 anos, executado com tiros na cabeça, dentro do carro que dirigia, modelo Corolla, por volta das 20h de terça-feira (19), em estrada vicinal de acesso a motel, na cidade de Bataguassu.

Na manhã de hoje (22), o delegado responsável no caso falou à reportagem do site que tem dois suspeitos de terem cometido o crime, trabalha com uma motivação e tem informações sobre a circunstância do crime, mas não divulgará detalhes para não comprometer o trabalho investigativo.

Na circunstância do crime, testemunhas disseram à polícia que os autores estariam em uma caminhonete L200, a qual, conforme o delegado, é de outra cidade. “As caminhonetes desse modelo, emplacadas aqui, foram verificadas, mas não foi encontrada a envolvida. Pode ser que seja de outro estado, assim como os autores. Temos suspeitas, mas, neste momento, vamos manter em sigilo”, disse Guilherme, complementando: “A certeza convicta depende de investigações que estão sendo feitas”, pontuou se referindo a motivação.

Diego recém havia se mudado para a cidade de Presidente Epitácio (SP), onde tinha uma loja de venda de roupas e acessórios, mas continuou com a família em Bataguassu. Por isso, estava na cidade na noite em que foi morto, explicou o delegado.

A princípio, havia sido divulgado que Diego morreu com dois tiros na cabeça, mas, hoje, o delegado confirmou que foram três, de pistola calibre 380. Hipótese de latrocínio – roubo seguido de morte, foi descartada.