Logomarca

Um jornal a serviço do MS. Desde 2007 | Sábado, 11 de Abril de 2026

Policial

Polícia identifica homem encontrado morto em estrada ao lado de canavial

A polícia pede que, quem tiver alguma pista que possa levar ao(s) assassino(s), ligue para 3347-1301, garantindo sigilo

O Correio News

29 de Maio de 2014 - 10:26

O homem encontrado morto por funcionários de uma usina em um canavial, no município de Costa Rica, distante 384 quilômetros da Capital, foi identificado como José Carlos Antunes Lopes, pecuarista e proprietário do Posto Mirante, da cidade de Chapadão do Sul.

Segundo o site, o pecuarista, conhecido como “Zé Lopes”, também teve sua caminhonete Ranger roubada e a principal suspeita da polícia é  de que ele foi vítima de latrocínio (roubo seguido por morte).

A polícia pede que, quem tiver alguma pista que possa levar ao(s) assassino(s), ligue para 3347-1301, garantindo sigilo.

Crime

Na manhã de quarta-feira (28), uma equipe de bombeiros de uma usina de álcool foi acionada para controlar um princípio de incêndio no canavial e, ao chegar ao local, encontram um corpo na estrada de acesso ao canavial.

A vítima apresenta sinais de perfurações, provavelmente provocadas por faca, e foi encontrada sem as roupas. Alguns pedaços das peças de roupa que ainda estavam no corpo estavam queimadas, o que pode indicar o pecuarista ter tentado fugir do incêndio.

Recompensa

Nas redes sociais circulam mensagens de amigos do pecuarista Zé Lopes, oferecendo recompensa para quem der pistas ou informações concretas que levem à prisão dos responsáveis pelo crime.

O delegado de Costa Rica, Cleverson Alves dos Santos, publicou a mensagem:

“Meus amigos de Costa Rica, peço a gentileza de quem tiver qualquer informação que leve à prisão dos criminosos que ceifaram a vida do pecuarista JOSÉ CARLOS ANTUNES LOPES que nos repasse, garanto total sigilo. Podem ligar no meu telefone: 9987-9850. Pagarei, por conta própria, a quantia de R$ 500,00 para quem der informação que leve à captura destes elementos. Manterei o mais absoluto sigilo.”

Essa atitude gerou comentários de apoio ao delegado,  alguns até se manifestaram dizendo que dobrariam a quantia.

De acordo com o delegado Cleverson, o homem teria sido morto no meio da lavoura de cana e, para tentar esconder o crime e o corpo, o autor colocou fogo na plantação. O possível assassino não esperava que a vítima se deslocasse até a estrada, onde morreu.