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Policial

Primeiros levantamentos apontam que vítima não teve como se defender

Conforme os primeiros levantamentos da polícia, a vítima não teve tempo de reagir. O autor disparou mais dois tiros, acertando as costas

Redação/Região News

11 de Fevereiro de 2015 - 13:00

A ação que matou o agente penitenciário Carlos Augusto Queiroz de Mendonça, 44 anos, durou entre 12 e 15 segundos, conforme revela a perícia. Além disso, a vítima foi atingida por quatro disparos e não teve tempo de se defender.

Ainda de acordo com a perita Regina Dias, o autor não disse nada, apenas chegou foi até a vítima e disparou cinco vezes, atingindo quatro balas em Mendonça. O quinto disparou acertou o computador e ficou alojada na parede. O material foi levado para análise, mas a arma utilizada pode ter sido calibre 38.

Conforme os primeiros levantamentos da polícia, a vítima não teve tempo de reagir. Assim que chegou na recepção, o autor acertou dois tiros no abdômen. Mendonça tentou correr, mas caiu. O autor disparou mais dois tiros, acertando as costas.