Policial
Roubo de malote no centro da Capital, não está relacionado com morte de PM, diz delegado
A vítima foi um funcionário de uma empresa especializada em leilões de gado. De acordo com o boletim de ocorrência ele havia acabado de sacar o dinheiro
Ms Record
05 de Junho de 2014 - 17:00
No centro da Capital, na tarde desta quarta-feira (4), em frente à uma agência bancária na avenida Calógeras, houve um roubo de malote, no valor de R$ 20 mil. O malote era de uma empresa especializada em leilões de gado. O funcionário foi rendido. Um roubo muito parecido com o caso da morte do policial militar, pois os bandidos também estavam em quatro. Mas a polícia não considera essa hipótese.
A vítima foi um funcionário de uma empresa especializada em leilões de gado. De acordo com o boletim de ocorrência ele havia acabado de sacar o dinheiro, e veio até esta agência bancária depositar um cheque, por volta das duas horas da tarde. A quantia de R$ 20 mil ficou no carro e quando o funcionário voltou, foi abordado por dois homens armados que o renderam, e levaram o malote. Na fuga a dupla teve o suporte de outros dois rapazes que pilotavam uma moto cada um.
Quatro bandidos envolvidos e duas motocicletas, semelhanças entre este caso e o assassinato do policial militar Rony Maykon Varoni de Moura Silva.
A polícia investiga, se foi execução, ou se ele foi morto durante uma tentativa de roubo, já que na data o policial transportava, um malote, também de R$ 20 mil.
Segundo o delegado responsável pelos dois crimes, só há uma característica idêntica entre eles, o que não é suficiente para que os dois estejam relacionados.
A única semelhança, são as motocicletas, mas até o momento nós descartamos que tenha relação um com o outro, diz o delegado, Fabiano Nagata.
Sendo assim as investigações seguem separadas. No caso do roubo do malote, o delegado explicou que a vítima não soube mencionar nenhuma característica física dos assaltantes, por isso a princípio o trabalho vai ser interno. Já o assassinato do policial, as ações da polícia vão seguir em segredo.
Agora estamos mantendo o sigilo e estamos avançando bem e trabalhando muito nesse caso, finaliza o delegado. (Com colaboração Natalie Malulei, TV MS Record)




