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Policial

Trio é preso com carga de cocaína "mocada" dentro de forno

De acordo com o delegado João Paulo Sartori, os investigadores chegaram ao trio depois de receberem denúncias sobre o crime.

Midiamax

17 de Janeiro de 2017 - 16:44

Equipes da Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico) prenderam nesta segunda-feira (16) três suspeitos por tráfico de drogas no Bairro Nova Jerusalém, em Campo Grande. No local, a polícia encontrou mais de três quilos de cocaína, carga avaliada em R$ 33 mil, e mais de um quilo de maconha escondidos dentro de um forno.

Tiago Costa Pereira, de 21 anos, Gabriel Prudêncio de Moura, de 18 anos e Lucas Carvalho da Silva, de 19 anos, foram abordados em frente a uma casa do bairro, onde a polícia encontrou tabletes de cocaína, que pesaram 3,44 quilos e pouco mais de um quilo de maconha escondidos dentro de um forno.

De acordo com o delegado João Paulo Sartori, os investigadores chegaram ao trio depois de receberem denúncias sobre o crime. Em diligência no endereço, os policiais encontraram os três suspeitos e em busca encontraram 20 papelotes de cocaína no bolso de Lucas Carvalho. Dentro da casa, localizaram o resto da droga.

Ainda conforme o delegado, o local era usado exclusivamente para armazenar a droga. A suspeita da polícia é de que o trio, liderado por Lucas, distribuísse maconha e cocaína em grande proporção para outros traficantes da Vila Moreninha e também para usuários da região.

Questionado sobre a prisão, Gabriel Prudêncio explicou que estava passeando com o cachorro quando foi abordado e preso pelos policiais, que não tinha nada a ver com o crime. Tiago também se diz inocente e afirmou que foi pego por engano. “Isso é uma injustiça comigo”, reclamou o rapaz, que tem passagem por roubo.

Com mais de 20 passagens pela polícia, Lucas negou ser traficante e afirmou que estava fazendo o uso da droga quando foi abordado pelos policiais. Ele ainda alegou que toda a cocaína encontrada em seu bolso era para uso pessoal. O rapaz admitiu ter sido preso por roubo, receptação, porte de arma, sequestro e tráfico. A última prisão, segundo Sartori, teria acontecido na virada do ano. O trio ainda passará por audiência de custódia.