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Sidrolândia

Prefeita vai mobilizar sociedade e forças políticas para pedir reforço na estrutura de segurança da cidade

Flávio Paes/Região News

17 de Janeiro de 2021 - 20:24

Prefeita vai mobilizar sociedade e forças políticas para pedir reforço na estrutura de segurança da cidade
Prefeita Vanda Camilo vai reivindicar do Governo do Estado o reforço na estrutura de segurança. Foto: Marcos Tomé/RN

A prefeita de Sidrolândia, Vanda Camilo, já iniciou a mobilização de todos os segmentos da sociedade para reivindicar do Governo do Estado o reforço na estrutura de segurança pública da cidade, que tem sua atuação comprometida pela falta de efetivo, viaturas insuficientes e até limitações de armamento.

Ainda neste semestre devem ser incorporados à tropa, os 330 aprovados no último concurso. O objetivo é que pelo menos 20 destes policiais venham para a cidade.

Vamos pedir apoio do deputado Gerson Claro para que agende uma reunião com os secretários de Governo e de Justiça e Segurança Pública, para expormos a situação crítica enfrentada pelas forças de segurança da cidade”, informa a prefeita.

Na semana passada ela se reuniu com o presidente do Sindicato Rural, Paulo Stefanello que vai manter contato com a Associação Empresarial para a entidade também se engajar nesta mobilização.

Prefeita vai mobilizar sociedade e forças políticas para pedir reforço na estrutura de segurança da cidade
Presidente do Sindicato, Paulo Stefanello e Vanda Camilo. Foto: Assessoria

Embora há dois anos o status administrativo do Pelotão da Polícia Militar tenha passado ao de Companhia Independente, o efetivo da PM foi reduzido mais da metade (de 40 para 23), ao ponto de o efetivo da cidade com quase 60 mil habitantes ser menor que o de Dois Irmãos do Buriti, município vizinho, com 12 mil habitantes.

Os efeitos do desaparelhamento das forças policiais, segundo Paulo Stefanello, aparecem no crescimento das ocorrências, furtos, roubos, além da proliferação do chamado tráfico de drogas “formiguinha” operado pela organização criminosa (o PCC) que hoje teria uma base cidade, aproveitando-se da logística favorável de Sidrolândia, cortada pela BR-060 e sua extensão, a MS-162, corredores de passagem para o Paraguai, dos veículos roubados no Brasil e por onde vem a droga.

“Há insegurança também na zona rural, onde muitos marginais se escondem e usam a malha viária, muitas estradas “cabriteiras”, que também servem de acesso à fronteira, escapando da fiscalização nas estradas”, comenta o presidente do Sindicato Rural.