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Sidrolandia

Bancada do SDD e Vadinho detalham caminho para Lei do Transporte Universitário a pais e alunos

Participam desse processo não apenas vereadores da base, mas também a oposição que se reuniram com pais e alunos na tarde desta terça-feira (19).

Assessoria Câmara Municipal de Sidrolândia

20 de Março de 2014 - 08:55

Avança a solução para o impasse entre estudantes e a Prefeitura do Município de Sidrolândia. No progresso do problema, o Legislativo tem agido para que a Lei que regularizará o Transporte Estudantil e Universitário seja formatada de uma forma sustentável. Participam desse processo não apenas vereadores da base, mas também a oposição que se reuniram com pais e alunos na tarde desta terça-feira (19).

No encontro, que ocorreu no prédio anexo da Câmara Municipal, localizado na Galeria Augusta (próximo a Prefeitura na Rua Lucia de Souza Mello), três vereadores receberam famílias e estudantes. Eles explicaram o critério que a Legislação adotará além dos ajustes que julgam necessários ao texto final.

“Não há como contemplar a todos. Política Pública é principalmente de quem precisa dela, pois se faz com relativização, disponibilidade e necessidade da população. Na solução que o Poder Público e a Câmara encontraram haverá o investimento e quem irá gerir esse recurso será a entidade dos estudantes. Como contrapartida ela irá fiscalizar a aplicação desses recursos a quem realmente precisa”, detalhou Davi Olindo, líder do Solidariedade, que também estava representado pelo vereador Maurício Anache.

O problema tem afetado diretamente as famílias que contavam com o benefício da gratuidade, cessado em 2014, por uma indisponibilidade orçamentária da Prefeitura. Segundo a Administração Municipal, o aumento escalar do número de acadêmicos inseridos no serviço e dívidas anteriores deixadas pela última gestão criou a necessidade de dividir o custo com os acadêmicos. A negociação, na sua fase mais tensa, já dura três meses.

“Desde o ano passado esse cenário já era previsto e os estudantes tentaram se mobilizar. O problema é que muita gente não acredita que isso poderia acontecer. Há pontos na lei que precisam ser visto como a questão das Dependências nas Disciplinas. Boa parte dos acadêmicos daqui que conheço tem mais de duas, porque faz a faculdade enfrentando muitos problemas”, pontua o acadêmico de Letras da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Lucas de Oliveira.

Também preocupado com a aprovação da lei, o pai de acadêmico de Engenharia Mecatrônica, Leonardo Queiroz da Silva fez questão de enfatizar que a aprovação é urgente, principalmente aos alunos que moram em assentamentos. Adevair Ferreira da Silva que mora no Jibóia foi à reunião representar o filho.

“A Prefeitura e a Câmara estão tentando ver esse problema como um todo, que também diz respeito à forma que é feito. Do local onde moro tem uma grande distância até o centro de Sidrolândia e os alunos de lá precisam também do acesso para chegar à cidade de onde partirão para viajar. Se não tiver apoio fica sem condição para muitos estudar”, diz.