Logomarca

Um jornal a serviço do MS. Desde 2007 | Quinta, 25 de Julho de 2024

Sidrolandia

Caso Eliza: Polícia detecta "mau cheiro" em vão em concreto na casa de Bola

O assassino, segundo o menor, é o ex-policial Santos, que teria enterrado os ossos de Eliza em uma área de seu imóvel. A defesa do policial nega o crime.

R7

14 de Julho de 2010 - 17:00

A Polícia Civil de Minas Gerais informou, por volta das 13h45 desta quarta-feira (14), que o aparelho GPR, utilizado por técnicos da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), detectou um vão em uma parte de concreto que fica embaixo de uma escadaria na casa da ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. Neste local, a polícia também sentiu um mau cheiro muito forte. Os cães farejadores do Corpo de Bombeiros que estão no imóvel também perceberam a presença de algo estranho na área.

Policiais e o Corpo de Bombeiros usam uma britadeira para tentar descobrir o que há nesse espaço.

Desde o final da manhã, policiais civis e técnicos da universidade estão no local. A assessoria da polícia informou que retornou à casa do ex-policial civil porque recebeu uma denúncia anônima de que partes do corpo de Eliza Samudio estão concretados no imóvel em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a polícia, duas pessoas vão servir de testemunhas no trabalho que está sendo realizado no local.

Os dois cães farejadores do Corpo de Bombeiros chegaram à casa de Santos no início da tarde. Os animais - uma labradora preta batizada de Ébone e uma golden chamada Sol - ajudam nas buscas por vestígios.

Eliza Samudio, 25 anos, ex-amante de Bruno Fernandes, está desaparecida há mais de um mês. A Polícia Civil revelou à Rede Record que, durante os trabalhos feitos na noite de terça-feira (13) no sítio do goleiro, em Esmeraldas (MG), os policiais tiraram fotos, apreenderam documentos, usaram luminol (substância que identifica marcas de sangue) em alguns pontos e realizaram escavações.

Os agentes não revelaram as conclusões a que chegaram após a vistoria, que só terminou por volta de 1h desta quarta. Um primo de Bruno, Sérgio Rosa Sales Camelo, também esteve no local. O advogado de Camelo negou, na manhã desta quarta, que seu cliente tenha participado de qualquer tipo de reconstituição. 

A Polícia Civil de Minas Gerais informou, por volta das 13h45 desta quarta-feira (14), que o aparelho GPR, utilizado por técnicos da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), detectou um vão em uma parte de concreto que fica embaixo de uma escadaria na casa da ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. Neste local, a polícia também sentiu um mau cheiro muito forte. Os cães farejadores do Corpo de Bombeiros que estão no imóvel também perceberam a presença de algo estranho na área.

Policiais e o Corpo de Bombeiros usam uma britadeira para tentar descobrir o que há nesse espaço.

Desde o final da manhã, policiais civis e técnicos da universidade estão no local. A assessoria da polícia informou que retornou à casa do ex-policial civil porque recebeu uma denúncia anônima de que partes do corpo de Eliza Samudio estão concretados no imóvel em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a polícia, duas pessoas vão servir de testemunhas no trabalho que está sendo realizado no local.

Os dois cães farejadores do Corpo de Bombeiros chegaram à casa de Santos no início da tarde. Os animais - uma labradora preta batizada de Ébone e uma golden chamada Sol - ajudam nas buscas por vestígios.

Eliza Samudio, 25 anos, ex-amante de Bruno Fernandes, está desaparecida há mais de um mês. A Polícia Civil revelou à Rede Record que, durante os trabalhos feitos na noite de terça-feira (13) no sítio do goleiro, em Esmeraldas (MG), os policiais tiraram fotos, apreenderam documentos, usaram luminol (substância que identifica marcas de sangue) em alguns pontos e realizaram escavações.

Os agentes não revelaram as conclusões a que chegaram após a vistoria, que só terminou por volta de 1h desta quarta. Um primo de Bruno, Sérgio Rosa Sales Camelo, também esteve no local. O advogado de Camelo negou, na manhã desta quarta, que seu cliente tenha participado de qualquer tipo de reconstituição. 

Bruno e outras sete pessoas estão presos desde a semana passada suspeitas de envolvimento no sequestro e morte de Eliza. Todos alegam inocência. Um menor de 17 anos, que está detido e é primo de Bruno, revelou detalhes do crime à polícia. Ele deu três versões diferentes sobre o caso, mas todas dizem que Eliza foi assassinada, esquartejada e teve pedaços do corpo dado para cães comerem. O assassino, segundo o menor, é o ex-policial Santos, que teria enterrado os ossos de Eliza em uma área de seu imóvel. A defesa do policial nega o crime.