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Sidrolandia

Chuva alaga ruas área central de Dourados

O principal problema ocorre defronte a Praça Antônio João. Desde que foi construído um canteiro para receber o semáforo, a Avenida passou a ser alagada

Dourados Agora

28 de Março de 2011 - 15:55

A área central de Dourados está alagada. Os bueiros não vencem a grande quantidade de água e as barreiras arquitetônicas dos canteiros centrais ajudam a acumular a enxurrada. Motoristas que passaram pela região central da cidade se depararam com a Avenida completamente alagada.

O principal problema ocorre defronte a Praça Antônio João. Desde que foi construído um canteiro para receber o semáforo, a Avenida passou a ser alagada. Acontece que agora o canteiro central vai desde o cruzamento da Rua Nelson de Araújo até a Presidente Vargas, e não há nenhuma vasão de água. A enxurrada que desce da parte alta bate no canteiro, volta e inunda a Avenida.

Nesta tarde as duas pistas da Marcelino Pires estavam tomadas pela água. A principal prejudicada é a parte de cima. A enxurrada invadiu até as calçadas e batia na porta de algumas lojas. Na semana retrasada esse problema causou aborrecimento para uma loja de confecção, defronte a praça. A água entrou para dentro do prédio e causou danos nas mobílias.

Em alguns bairros críticos da cidade o problema atormenta muitos moradores, como a Vila Cachoeirinha. Acostumados com a “enchente”, muitos deles colocam os poucos móveis que restam nas alturas, em cima de cavaletes. O problema é causado por uma série de fatores, entre elas a falta de infraestrutura (drenagem) em algumas ruas e o acúmulo de lixo nos bueiros e no córrego Rego D’água, que transborda e invade casas.

Outro bairro que passou a ser castigado é o Estrela Porã. Grande parte dos moradores deste local saíram do Cachoeirinha. Foram para lá porque onde moravam antes era considerado área de risco. “Saímos de uma área de risco para ir para outra”, disse recentemente o presidente da Associação dos Moradores, Josias de Lima.

Ele diz que o problema é recente e passou a acontecer depois da construção de um outro bairro naquela imediação, o Altos do Alvorada. “Como o Estrela Porã não tem nenhuma rede de drenagem toda a água que desce do Altos do Alvorada desce para o meu bairro, inunda ruas e casas”, reclama o presidente. O próprio posto de saúde do Estrela Porã está sendo castigado. Na semana passada o atendimento foi suspenso depois que a água da enxurrada invadiu o local. O único serviço prestado no momento é o odontológico.