Logomarca

Um jornal a serviço do MS. Desde 2007 | Sexta, 7 de Maio de 2021

Sidrolandia

Chuva de 72 milímetros provoca alagamentos em regiões do São Bento

Quem mais sofreu com a enxurrada foram comerciantes e moradores da Generoso Ponce no trecho entre os trilhos e a Rua Tomas Cáceres.

Flávio Paes/Região News

13 de Janeiro de 2017 - 09:21

Foram duas horas de chuva intensa ontem à tarde, registro de 72 milímetros, o suficiente para provocar transtornos em regiões pontuais do Bairro São Bento. Alguns comerciantes, especialmente aqueles estabelecidos na Rua Generoso Ponce, proximidades do complexo urbano da Cooperativa Lar, ficaram ilhados pela enxurrada.

A sede do Sindaves, na Rua Leôncio de Souza Brito, ficou alagada e segundo o presidente da entidade, Sérgio Bolzan, esta situação se repete há muito tempo. A varanda da sede acaba funcionando como desaguadouro da enxurrada que desce da Travessa 5 (Bairro Carandazal) que termina justamente na Leôncio de Souza Brito.

Entretanto, quem mais sofreu com a enxurrada foram comerciantes e moradores da Generoso Ponce no trecho entre os trilhos e a Rua Tomas Cáceres. Além da falta de drenagem, eles atribuem a situação a dois fatores: um mais antigo, desde que as muretas da cerca que circundam a área da LAR foram danificadas, a enxurrada que antes ficava retida no pátio e escoava de forma mais lenta, acabou vindo com força para o meio da rua, alagando a pista e se espalhando pela laterais, onde estão as casas e pequenos comércios.

O caso mais recente, que agravou a situação, foi à construção de um quebra-molas, que se por um lado previne acidentes com a redução da velocidade dos veículos, por outro lado, se transformou numa barreira de represamento da água da chuva neste local, onde há também um mercado e uma loja de utilidades.

Para dona Genoveva da Silva Virgílio, dona de uma mercearia, o problema surgiu desde que por acidente, uma máquina da Prefeitura (deslocado para remoção de lixo e entulhos) teria quebrado parte da mureta da cerca que circunda o terreno da LAR e por estes buracos a enxurrada desce para rua e alaga tudo. Ela sustenta que a cooperativa deveria instalar na área algum tipo de tubulação para diminuir a velocidade do escoamento desta água.