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Sidrolandia

Comerciários de Jardim se reúnem com prefeito para pedir veto ao comércio livre

Os líderes sindicais também participam desse encontro com o prefeito às 18h30 no Centro de Convenções.

Assessoria

16 de Outubro de 2013 - 13:37

Comerciários de Jardim reúnem-se hoje às 18h30 com o prefeito Erney Cunha para pedir veto ao Ato Complementar (Nº 117/2013) que torna livre o horário de abertura do comércio que passaria a funcionar das 7 da manhã às 8 da noite, de segunda a sábado.

No domingo, das 7 da manhã ao meio dia. O encontro será no Centro de Convenções e a categoria pretende descer em peso ao local para dizer ao prefeito que a medida é ruim, pois esfacela ainda mais as famílias cujos membros estão cada vez mais distantes nesses últimos tempos.

Hoje pela manhã, dirigentes sindicais e diretores da Federação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços de Mato Grosso do Sul – Fetracom/MS, fizeram panfletagem na área central, distribuindo “Nota de Repúdio à Câmara de Vereadores” pela aprovação da lei.

“Essa aprovação da Câmara é uma afronta à dignidade e integridade das famílias de Jardim”, criticou Douglas Rodrigues, presidente do sindicato dos comerciários da cidade. Ele afirmou que a medida simplesmente “rasga a Convenção Coletiva de Trabalho, que é amparada pela Constituição Nacional”.

Idelmar da Mota Lima, presidente da Força Sindical Regional e presidente da FETRACOM/MS, disse que é muito grave a decisão do Legislativo de Jardim, que aprovou a proposta do vereador Guilherme Monteiro (PSDB). “Uma cidade do porte de Jardim não precisa de um comércio estendido dessa maneira, impedindo os funcionários de estudarem e de se integrarem como família”, comentou.

Os líderes sindicais também participam desse encontro com o prefeito às 18h30 no Centro de Convenções. “Não tememos dizer que por conta de decisões como essas, que desrespeitam o tempo dos trabalhadores com seus familiares, acabam contribuindo para o esfacelamento da família e até para o aumento da violência em nossa sociedade”, afirmou Idelmar da Mota Lima, na esperança de que o prefeito tome uma decisão favorável aos trabalhadores, em favor das famílias de Jardim.