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Sidrolandia

Cresce na Câmara apoio a proposta de Waldemar para transformar em lei transporte universitário

Waldemar acredita que se o serviço for institucionalizado, deve ter uma formatação diferenciada, adequando-se as recomendações do Ministério Público

Flávio Paes/Região News

13 de Novembro de 2012 - 09:05

A proposta do vereador Waldemar Acosta (PDT) de transformar em lei o programa criado pela Prefeitura em 2005 que garante transporte de graça aos universitários que estudam em Campo Grande e Maracaju recebeu manifestações de apoio de alguns dos seus colegas durante a sessão de ontem quando o projeto foi debatido diante da possibilidade de interrupção do projeto em decorrência de uma ação civil pública do Ministério Público que investiga irregularidades na Associação dos Universitários de Sidrolândia, entidade que recebe recursos da Prefeitura para custear o serviço.

“Acredito que esta sugestão transformaria a gratuidade numa política pública permanente, acabando com os sobressaltos da ameaça de suspensão na transição entre um prefeito e outro”, comentou o presidente da Câmara, Jean Nazareth, ele próprio ex-beneficiário do serviço. “Sem esta iniciativa provavelmente eu não teria condições de me formar em Direito”, destaca.

Para Jean, se de fato houver consenso entre os vereadores e diante da manifestação do prefeito eleito (expressa pelo vereador Ilson Peres), o prefeito Daltro Fiúza poderia enviar o projeto antes do recesso parlamentar.

A vereadora Rosangela Rodrigues dos Santos, também se mostrou solidária com a sugestão de Waldemar. “Acredito que desta forma vamos acabar com as especulações que sempre vão cercar o programa toda vez que houver troca de prefeito”. Mesma opinião do vereador professor Tadeu.

O vereador Ilson Peres, cotado para ser o futuro presidente da Câmara, garante que recebeu do prefeito eleito Enelvo Felini, a garantia de que a gratuidade do transporte será preservada na sua administração.

O vereador Waldemar Acosta acredita que sua proposta de transformar em lei o transporte universitário, dá segurança jurídica “acaba com o risco de o projeto ser cancelado por um mero capricho de quem assumir a prefeitura”.

Waldemar acredita que se o serviço for institucionalizado, deve ter uma formatação diferenciada, adequando-se as recomendações do Ministério Público, que abriu ação civil público para apurar eventuais irregularidades na aplicação do programa. O vereador r defende que o programa seja administrado pela própria prefeitura, com abertura de licitação para escolha das empresas que prestarão o serviço.