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Sidrolandia

Defesa do índio brasileiro não passa do discurso politicamente correto

Em Mato Grosso do Sul, há 190 conflitos, num mais ou menos recente, um fazendeiro teve a cabeça esmagada por parte dos índios, 147 propriedades ocupadas no estado da Bahia

Cojuntura Online

24 de Outubro de 2013 - 14:30

Hoje eu vou falar um pouco das terras brasileiras que não são ocupadas por brasileiros por cidadãos brasileiros que exerçam cidadania plena, são as terras indígenas de um modo geral. Elas ocupam 110 milhões de hectares, isso da 13% do território nacional, e são ocupadas por cerca de 500 mil índios, mais ou menos a população de Taguatinga, cidade vizinha de Brasília.

Estou contando isso, porque eu tive com surpresa, pelo que vejo a prática e realidade do governo, o governo tem uma posição da boca pra fora e outra posição nos bastidores, eu ouvi a posição nos bastidores, o governo se queixa muito da exploração dos índios por parte do CIMI da  Pastoral da Terra, dos antropólogos, mas principalmente por parte de ONGs estrangeiras que tem outros interesses no Brasil.

Eu vou falar sobre Ministério da Justiça acompanhando isso, não é Policia Federal não, são outros órgãos mais acima do  Ministério da Justiça com quem eu conversei, recentemente por exemplo um atuante da Força Nacional que esteve na legião estrangeira, que lutou no Iraque e, imagine só, veio para o Brasil, entrou na Força Nacional e levou uma flechada do índio.

Choveu flecha sobre esses agentes federais que estavam fazendo o que, estavam desativando balsas ilegais de garimpeiros que poluíam o rio e tudo bem enquanto era só garimpeiro no momento em que chegou nas balsas que havia uma “Joy Adventure”, uma sociedade com índios, os índios emboscaram os brasileiros, imagine que esse atingido pelas flechas estava com colete a prova de balas, a flecha rasgou o colete e atingiu o tórax, o índio que foi atingido por uma bala de borracha embarcou no mesmo helicóptero para ir pro hospital e assustava o brasileiro dizendo: “a nossa flecha ta envenenada, você vai morrer” , imaginem só.

Em Mato Grosso do Sul,  há 190 conflitos, num mais ou menos recente, um fazendeiro teve a cabeça esmagada por parte dos índios, 147 propriedades ocupadas no estado da Bahia, mas há gente que influencia os índios, disso o Ministério da Justiça tem absoluto conhecimento, e em muitos casos os interesses são riquezas minerais, Brasil é muito rico em materiais estratégicos, em minérios estratégicos e raros, o Niobio por exemplo.

O caso Yanomami, foi uma vitória para esse tipo de influencia estrangeira, e uma grande derrota para soberania nacional. Onde é que se viu uma reserva criada por uma nação que não existe, que foi inventada por uma jornalista francesa, não é uma etnia, e que prejudicou tanto índios quanto arrozeiros que lá plantavam.

Os arrozeiros estão plantando na Guiana, e os índios estão mendigando e trabalhando em lixões e na prostituição em Boa Vista, capital de Roraima, enquanto ficou um território desocupado em plena fronteira norte do Brasil. Um descaso muito grande, um descuido muito grande com a nossa soberania.

Mas em toda parte há interesse, uma mistura de milhares de ONG’s que o Ministério da Justiça muita gente fica admirada como se da licença pra entrada dessas ONG’s, eu acho que no fundo, no fundo, ta começando a mudar, as pessoas estão caindo na realidade, e descobrindo que nós estamos entregando sem resistência, sem defesa de soberania, sem pararmos pra pensar, apenas entrando naquele “politicamente correto" da defesa do índio, apenas isso, um desserviço para com o verdadeiro Brasil.

Transcrição do áudio da participação do jornalista Alexandre Garcia na Rádio Independente AM.