Logomarca

Um jornal a serviço do MS. Desde 2007 | Quinta, 3 de Dezembro de 2020

Sidrolandia

Di Cezar é vaiado por formandos durante sessão extraordinária da Câmara

Ocorre que a plenário estava cedido aos formandos do curso normal médio da Escola Estadual Professora Catarina de Abreu.

Marcos Tomé/Região News

15 de Dezembro de 2012 - 09:31

A sessão extraordinária da Câmara que aprovou em segunda votação a Lei Orçamentária de 2013, as contas do prefeito Daltro Fiuza, da ex-presidente da Câmara Drª. Rosangela Rodrigues e reprovou as de Enelvo Felini dos exercícios; 2003/2004 foi marcada por acusações, ameaças e vaias ao vice-presidente do legislativo, vereador Cesar Luiz Assman (PSDB).

A sessão convocada para iniciar às 17 horas, com previsão de duração em cerca de 1 hora acabou se estendendo em decorrência dos debates na tribuna promovida pelos vereadores de oposição. Ocorre que a plenário estava cedido aos formandos do curso normal médio da Escola Estadual Professora Catarina de Abreu.

A formatura dos alunos estava prevista para iniciar às 19 horas, em decorrência do atraso na liberação da pauta da sessão devido as constantes intervenções do vereador Di Cezar na tribuna, alunos, familiares, convidados passaram a dividir espaços nos assentos do auditório da Câmara que ficou completamente lotado.

No decorrer das deliberações, Di Cesar volta a solicitar o uso da tribuna, momento em que o presidente da casa, vereador Jean Nazareth (PT) orienta o parlamentar a explanar suas ideias com a maior brevidade possível devido a formatura dos alunos. Irritado, Di Cezar propõem ao presidente o cancelamento da sessão, tendo em vista que se tratava de um assunto extremamente importante, deixando a entender que os formandos poderiam esperar.

Rosiane Neves de Souza, de 26 anos, moradora do Jardim do Sul e uma das formandas, repudiou a atitude do vereador. “Esse é o tratamento de uma autoridade para com os alunos que lutaram na busca da realização de seus sonhos? Fiquei muito triste com vereador que tratou nosso evento como se fosse um ato sem importância nenhuma”, conta.