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Sidrolandia

Estrago na ponte faz governo decretar situação de emergência em Corumbá

O decreto assinado pelo governador André Puccinelli informa que a recuperação é urgente

Campo Grande News

13 de Maio de 2011 - 10:11

Foi decretada hoje situação de emergência em Corumbá por causa da situação da ponte sobre o Rio Paraguai, que teve a estrutura afetada no domingo após um comboio de barcaças carregadas bater em um dos pilares de proteção. O decreto assinado pelo governador André Puccinelli informa que a recuperação é urgente, sob risco de interdição de no mínimo 8 meses do trajeito, caso não seja executado a obra necessária.

Esse tipo de medida é adotado para acelerar a liberação de recursos públicos. A recuperação da ponte vai exigir pelo R$ 6 milhões, valor que ainda não está fechado.

No domingo, a ponte chegou a ficar interditada totalmente para o tráfego em razão do acidente.

De acordo com o decreto, a inspeção efetuada pela Empresa Garambone Projetos e Consultoria, projetista da ponte,identificou que o dolfim de proteção deverá ser executado com urgência, “uma vez que um novo impacto sobre um dos apoios do vão de navegação poderá causar o colapso do trecho central da ponte”

Conforme o texto, a colisão das barcaças, ocorrida por volta das 9h30 do domingo provocou deslocamento da superestrutura, de 11 cm na junta de expansão da margem direita e de 3 cm na junta da margem esquerda da ponte.

Prejuízos-O governo justifica a decisão de decretar situação de emergência lembrando os problemas ocasionados pela danificação da estrutura da ponte, com destaque para o transporte de minério, feito principalmente pelo rio, que está prejudicado. A Marinha interditou a navegação no local.

“A BR-262 é o único acesso rodoviário ao Município de Corumbá, e que em decorrência do evento a transposição do rio por meio da ponte passou a ser parcial, limitando a velocidade dos veículos a 40 km/h, e para os veículos com mais de 3 eixos a uma distância mínima entre eles de 100 metros, e proibindo o tráfego de caminhões carregados com minério de ferro; Por esses fatores, risco de prejuízos “econômicos , humanos e materiais” , define o texto do decreto.