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Sidrolandia

Frigorífico Balbinos começa a construir na terça-feira sala de abate e desossa

Na sexta-feira estará sendo concluída a demolição das antigas instalações do abatedouro que não ofereciam condições de se adequar as exigências.

Flávio Paes/Região News

23 de Setembro de 2013 - 08:09

Transcorridos quatro meses da aquisição do antigo matadouro, na terça-feira (24/09)  chegam às vigas de pré-moldado que serão usadas na construção da sala de abate e desossa da unidade que o Frigorífico Balbinos está implantando em Sidrolândia com previsão de colocar em funcionamento em março de 2014.

O processo burocrático para obtenção do licenciamento ambiental atrasou um pouco o cronograma de construção que previa a entrada em funcionamento da unidade em janeiro, logo após o encerramento em dezembro do contrato de arrendamento das instalações frigoríficas pertencente a Reginaldo Maia, localizadas em Nioaque.

Na sexta-feira estará sendo concluída a demolição das antigas instalações do abatedouro que não ofereciam condições de se adequar as exigências do Ministério da Agricultura e Abastecimento, para instalação do Serviço de Inspeção Federal (SIF). A nova estrutura terá dois andares com capacidade para o abate diário de 700 cabeças de gado. O foco será abastecer os grandes mercados consumidores (São Paulo e Rio de Janeiro) e até as exportações.

O  investimento para colocar o novo frigorífico em funcionamento deve se aproximar dos R$ 16 milhões, R$ 4 milhões só na aquisição do antigo matadouro e mais R$ 12 milhões em reforma, construção de instalações e compra de equipamentos. A previsão é que sejam gerados 350 empregos diretos.

O Grupo Balbinos é sediado em Campinas, interior de São Paulo, atuando há mais de 30 anos no segmento de carne bovina, com distribuidora e indústria frigorífica. Está presente em Mato Grosso do Sul, onde há dois anos arrendou em Nioaque as instalações industriais de um frigorífico da cidade.

A Prefeitura assumiu o compromisso de asfaltar o acesso à indústria, feito pela Rua Tiradentes, uma via com condições precárias de tráfego, insuficiente para absorver um grande volume de caminhões do tipo boiadeiro até o frigorífico.