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Sidrolandia

Índice de Desenvolvimento Humano de MS cresce 2,55% em 4 anos

IDHM de Mato Grosso do Sul passou de 0,743 para 0,762. O estado permaneceu na 10ª posição do ranking nacional do indicador.

G1 MS

22 de Novembro de 2016 - 16:11

Em um intervalo de quatro anos, entre 2011 e 2014, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de Mato Grosso do Sul cresceu 2,55%, passando de 0,743 para 0,762. É o que aponta o Radar IDHM divulgado nesta terça-feira (22) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Fundação João Pinheiro.

O IDHM considera as três dimensões do IDH Global: longevidade, educação e renda, mas vai além: adequa a metodologia mundial ao contexto brasileiro e à disponibilidade de indicadores nacionais. Embora meçam os mesmos fenômenos, os indicadores levados em conta no IDHM são mais adequados para avaliar o desenvolvimento dos municípios e regiões metropolitanas brasileiras.

Apesar da evolução do IDHM de Mato Grosso do Sul, o estado permaneceu, conforme os dados, na 10ª posição do ranking nacional do indicador. À frente estão: Distrito Federal (0,839), São Paulo (0,819), Santa Catarina (0,813), Paraná (0,790), Rio Grande do Sul (0,779), Rio de Janeiro (0,778),  Espírito Santo (0,771), Min s Gerais (0,769) e Mato Grosso (0,767).

Mato Grosso do Sul, de acordo com o Radar, está entre os 19 estados do pais que tem um IDHM considerado alto. Outros cinco estados estão abaixo, enquadrados como médio: Sergipe (0,681), Maranhão (0,678), Piauí (0,678), Pará (0,675) e Alagoas (0,667), enquanto que apenas três unidades da federação estão inseridas na faixa de muito alto: Distrito Federal (0,839), São Paulo (0,819) e Santa Catarina (0,813).

A pesquisa revelou ainda que houve melhoria no que se refere à longevidade da população do estado, no nível de estudo e de remuneração. No subíndice IDHM Longevidade, por exemplo, Mato Grosso do Sul foi enquadrado entre as unidades das federação com melhor resultado no indicador, com 0,833.

Em contrapartida, no IDHM Educação, houve uma evolução no índice, de 2,99% nestes quatro anos de pesquisa, de 2011 a 2014, passando de 0,668 para 0,688, mas foi insuficiente para que o estado deixasse a faixa de médio desenvolvimento junto com outras 15 unidades da federação.