Logomarca

Um jornal a serviço do MS. Desde 2007 | Sábado, 4 de Dezembro de 2021

Sidrolandia

Mercado de construção civil aquece e deve contratar 2 mil operários até final do ano

A estimativa é do Sintracom/CG (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Campo Grande).

Assessoria

24 de Setembro de 2013 - 10:15

A indústria da construção civil em Campo Grande está ganhando um novo aquecimento nesse ultimo trimestre e deverá contratar pelo menos mais dois mil trabalhadores para suprir a demanda para pequenas, médias e grandes obras. A estimativa é do Sintracom/CG (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Campo Grande).

“Pequenas obras serão o forte nesses três últimos meses do ano. Muitas pessoas contratam profissionais para reforma e ampliação de suas residências. Ou seja, querem deixar tudo arrumado para as festas de final de ano e começar um 2014 com a casa reformada ou ampliada”, explica José Abelha Neto, presidente do Sintracom/CG.

Hoje Campo Grande conta com cerca de 30 mil profissionais no mercado e nesta reta final do ano esse número deve se elevar para 32 mil. Mesmo assim, segundo Abelha Neto, será difícil para o mercado formal e informal conseguir mão de obra para suprir essa demanda, pois há muito tempo há falta de profissionais qualificados no mercado.

A escassez de mão de obra para trabalhar na indústria da construção civil de Campo Grande, faz com que os valores desses novos contratos sejam melhor remunerado e bem acima dos pisos estabelecidos em convenção coletiva. “Essa lei de mercado, de oferta e procura, é favorável ao trabalhador que aproveita para ter uma melhor remuneração pelos seus serviços”, explica o sindicalista.

O Sintracom orienta os trabalhadores autônomos a “amarrarem” bem os contratos de prestação de serviços com os proprietários, para evitar problemas futuros de sonegação de pagamento. A entidade tem percorrido também o mercado de trabalho para evitar que pessoas jurídicas (empresas) contratem serviços de profissionais, sem o devido registro em carteira.