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Sidrolandia

MS deve extinguir miséria em 2015, revela estudo

Favela erguida atrás do lixão da Capital deve deixar de existir este ano, com a construção de casas populares na região

capitalnews

14 de Julho de 2010 - 07:05

Cerca de 13 milhões de brasileiros deixaram o estado de pobreza de 1995 a 2008, conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Pesquisas Econômicas (Ipea) divulgado nesta terça-feira (13). Com isso, essa faixa, que considera famílias com rendimento de até meio salário mínimo por mês, baixou de 43,4% para 28,8% do total da população no período de estudo, dos governos federais de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em Mato Grosso do Sul, a taxa de pobreza absoluta saiu de 43.9% para 26,6% e a extrema, de 16,1% da população para 8,7%. Ambos os resultados colocam o Estado na décima posição dentre os piores no País. O estudo é baseado nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

A pobreza extrema no Brasil como um todo era de 20,9% da população, em 1995. Há dois anos, era de 10,5%.

Conforme os gráficos apresentados pelo Ipea, em 2016, o país terá superado a miséria (pobreza extrema). A estimativa é de que, também nesta data, a taxa de pobreza absoluta fique em 4% em âmbito nacional.

Pelas projeções do Ipea, Mato Grosso do Sul será um dos últimos estados a eliminar a miséria, o que deve ocorrer por aqui em 2015, segundo a estimativa.

Santa Catarina e Paraná devem ser os primeiros estados a superar a pobreza extrema, em 2012, seguidos de Goiás, Espírito Santo e Minas Gerais, em 2013, São Paulo e Mato Grosso, em 2014, e Tocantins, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, em 2015.