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Sidrolandia

MS precisa ampliar duas ferrovias e seis rodovias para evitar colapso

Em Mato Grosso do Sul, o Projeto Centro-Oeste Competitivo, que será apresentado hoje, aponta que dois pontos ferroviários e seis rodoviários precisam ser ampliados e modernizados

Correio do Estado

29 de Outubro de 2013 - 08:17

Reportagem na edição desta terça-feira (29) do jornal Correio do Estado mostra que a região Centro-Oeste precisa de R$ 36,4 bilhões em investimentos até 2020 em 106 projetos para garantir o escoamento ágil e eficiente da produção. Em Mato Grosso do Sul, o Projeto Centro-Oeste Competitivo, que será apresentado hoje, aponta que dois pontos ferroviários e seis rodoviários precisam ser ampliados e modernizados para atender à demanda em 2020, já que vão registrar gargalos críticos.

Entre os projetos de integração prioritários para o Estado está o aumento da capacidade da Ferrovia ALL Centro-Oeste – Corumbá-Santos, e a dragagem do Rio Paraguai, além da duplicação de rodovias.

O estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com as federações da indústria e da agricultura e pecuária dos estados da região e do Distrito Federal, destaca que o adiamento das obras consideradas prioritárias agravará os problemas que as empresas enfrentam para escoar a produção em rodovias, ferrovias e portos já saturados pelo crescimento da demanda nos últimos anos.

O estudo aponta que a pior situação no modal de cargas de toda a Região Centro-Oeste em 2020 será na Ferrovia administrada pela ALL, no trecho entre Corumbá e Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.

De acordo com as projeções de aumento no fluxo de cargas, a demanda prevista terá superado em 822,3% a capacidade diária de movimentação de carga da ferrovia. No trecho entre Campo Grande e Três Lagoas, o percentual é de 575,6%. Nesta linha férrea são transportados ferro, celulose, aço e ferro-gusa. A reportagem é de Clodoaldo Silva, correspondente do Correio do Estado em Brasília.