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Sidrolandia

O PDT não será atraído por cargos no governo”, diz Gerson Claro

A onda de denuncismo de Edno Ribas na Câmara, serve de alerta as coisas “erradas” que vem ocorrendo na administração, diz Gerson Claro.

Marcos Tomé/Região News

13 de Outubro de 2013 - 19:28

O dirigente partidário Gerson Claro, presidente do Diretório Municipal do Partido Democrático Trabalhista (PDT) em Sidrolândia, voltou a afirmar que o partido não irá compor a base do governo, caso o interesse do prefeito seja apenas de ampliar a bancada de apoio a sua administração na Câmara em troca de cargos ao partido.

Ele descarta qualquer envolvimento político com os tucanos que não seja pela governabilidade participativa. Gerson espera um alinhamento mais amplo, com poderes de sentar-se à mesa para discutir as ações que nortearão a gestão de Ari Basso. “O PDT não faz política por cargos. Se não pudermos condicionar nosso apoio às ideias e bandeiras do partido não fará sentido nenhum nos aproximar do governo”, ressalta.

O advogado está convencido de que as mudanças impostas como corte de pessoal, gratificações e reforma administrativa, que deve reduzir cargos e extinguir secretarias, são medidas amargas, necessária para uma gestão austera, mas capaz de compreender que o poder público cumpre uma missão que vai além das linhas imaginarias do poder; de diminuir a desigualdade social e oportunizar o acesso a serviços básicos a população, como saúde e educação, por exemplo.

É com esta filosofia que o partido pode contribuir para que Ari Basso faça uma gestão mais justa e humana. “Não somos contra nenhum governo que tenha como princípios básicos, o cuidar das pessoas”, argumenta Gerson que reitera, “o posicionamento do PDT na Câmara tem sido de contribuir com a governabilidade do município de Sidrolândia”.

Em sua avaliação, a onda de denuncismo do pedetista, Edno Ribas que tem chamado atenção da classe política, serve de alerta as coisas “erradas” que vem ocorrendo na administração. “Ora, não se pode punir um filho sem antes dizer a ele seu erro. A oposição cumpre um papel extraordinário, o de alertar e apontar as falhas. Na maioria das vezes, é através das críticas que se consegue observar a gestão de outro ângulo”, finaliza. O dirigente partidário diz que está aberto ao diálogo, desde que o partido possa ser ouvido.