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Sidrolandia

Professores decidem em assembleia, proposta do governo sobre reajuste salarial

No último dia 6, a Federação recusou a proposta em relação ao índice de reajuste salarial dos professores da rede pública estadual de ensino para o ano de 2013.

Midiamax

11 de Dezembro de 2012 - 08:43

A FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) realiza na tarde desta terça-feira (11), uma assembleia para discutir a proposta de reajuste salarial oferecida pelo governador, André Puccinelli (PMDB).

De acordo com o presidente da entidade, Roberto Magno Botareli Cesar, o governo propôs um reajuste de 5,5% da inflação e 35% de regência de sala, sendo 15% ainda este ano e 20% em 2013. Ele avalia que a categoria deve aprovar a proposta.

“A assembleia irá contar com 360 delegados que irão avaliar se a proposta deve ser aprovada. Caso não seja, o governador será comunicado e proporemos a reabertura das negociações, contudo isso não impede que, mesmo não tendo sido aprovada pela categoria, ele encaminhe a proposta para a assembleia.”, explica Roberto.

Negociação

No último dia 6, a Federação recusou a proposta em relação ao índice de reajuste salarial dos professores da rede pública estadual de ensino para o ano de 2013. A proposta governamental não atendeu as expectativas da categoria, por isso foi rejeitada.

Na ocasião, Roberto Botareli explicou ainda que existem três cenários que estão sendo analisados pela categoria e debatidos com o Governo:

A reposição do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) em janeiro e a diferença do FUNDEB (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica) no mês de maio, pois será neste mês que a direção da Federação estará debatendo também o reajuste salarial dos administrativos da educação e no cenário nacional já terá uma política de reajuste salarial do Piso Nacional mais concreta; A segunda hipótese leva em consideração a data base no mês de maio, dessa forma seria o INPC dos últimos 17 meses, mais a diferença do FUNDEB; E o terceiro que considera a reposição do INPC em janeiro, mais a diferença do FUNDEB em maio e a discussão de incorporação de parte da regência.