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Sidrolandia

Professores paralisam as atividades amanhã em campanha por negociações salariais

Hoje, os educadores promovem uma discussão em sala com os estudantes para levar informações sobre o processo de negociação.

Dourados News

18 de Março de 2014 - 15:31

Em consequência a uma mobilização nacional dentro da pauta de negociação da campanha salarial deste ano, os professores da rede municipal de ensino e também da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) paralisam na quarta-feira as atividades.

Com relação aos profissionais da rede municipal de ensino, não haverá aula nas escolas por conta da adesão do Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação) ao movimento nacional que marcou greve de três dias. No entanto, em Dourados, será apenas um dia de paralisação, seguindo decidido pelo sindicato local, e que acontece amanhã.

Às 7h30 haverá uma concentração na Praça Antônio João, e depois uma passeata pela avenida Marcelino Pires em direção à Câmara Municipal, com os professores retornando em seguida e fazendo um ato na Praça.

Hoje, os educadores promovem uma discussão em sala com os estudantes para levar informações sobre o processo de negociação. Os professores da rede municipal reivindicam, principalmente, a elaboração de uma política municipal de educação que implante o pagamento do salário do professor com o piso de 20h, e inclusão do administrativo tirando ele da margem e colocando-o definitivamente dentro do PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração) da educação.

Já com relação aos professores da UFGD, a Aduf (Associação dos Docentes da Universidade Federal) informou que a mobilização segue o que foi decidido de forma unânime em assembleia geral realizada no dia 10, quando ficou decidida uma paralisação para amanhã, em conjunto com a mobilização do Simted.

O ato faz parte da campanha salarial unificada deste ano, em consequência de reivindicações que giram em torno, principalmente, da falta de avanço entre as conversas da categoria com o governo federal, mesmo depois da greve realizada em 2012 que atrasou o ano letivo.

Valorização salarial, reestruturação da carreira, melhoria das condições de trabalho e autonomia universitária, são alguns dos pontos destacados pela Aduf/UFGD como críticos e que precisam ser negociados com mais ‘disposição’ por parte do governo.