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Sidrolandia

Projetos Carbono Zero e Escola de Posturas do Sesi evidenciam inovação

Ambos são desenvolvidos em Dourados junto às empresas Inflex Indústria e Comércio de Plásticos e BRF Brasil Foods

Daniel Pedra

12 de Abril de 2011 - 08:27

No âmbito do Edital de Inovação, o Sesi de Dourados já está desenvolvendo os projetos Carbono Zero e Escola de Posturas junto às empresas Inflex Indústria e Comércio de Plástico e BRF Brasil Foods, respectivamente, com previsão de conclusão no segundo semestre do próximo ano.

No caso do Projeto Carbono Zero, a intenção é diminuir na Inflex os impactos ambientais por meio do mapeamento e inventário das fontes de emissão de gases do efeito estufa (GEE), além de ações para redução e prevenção, sendo que por isso foi contratado o LabSenai Meio Ambiente para fazer a aferição.

 

Já o Projeto Escola de Postura, desenvolvido na BRF Brasil Foods, tem as atenções voltadas ao tratamento de algias referentes à coluna, com ações que visam o bem-estar, menor taxa de absenteísmo - ausência do trabalhador por falta ou atraso devido a algum motivo qualquer - e mais qualidade de vida dos trabalhadores da empresa, por meio de treinamento postural, informações teórico-educativas e prática de exercícios terapêuticos para a coluna.

Segundo a gerente do Sesi de Dourados, Rosilene Moreira, a intenção do Edital é apoiar ações de inovação tecnológica e social, que compreendam o desenvolvimento de produtos, processos e serviços elaborados pelas unidades, em parceria com empresas do setor industrial.

 

“Queremos alavancar o incentivo às inovações sociais nas indústrias do sul do Estado, criar e reforçar a consciência de sustentabilidade empresarial no tripé econômico, social e ambiental”, declarou Rosilene Moreira, lembrando que, no caso do Carbono Zero, o Sesi de Dourados recebeu a visita do consultor Elisando da Rosa, do Senai do Rio Grande do Sul, para mapear as ações de extrusão do processo industrial da empresa. “Em fevereiro, foi iniciado o diagnóstico ambiental industrial da Inflex”, pontuou.

 

Com relação ao Projeto Escola de Posturas, Rosilene Moreira explica que ele está na sua fase de investigação muscoesquelética, quando se busca, por meio de avaliações posturais com uma equipe especializada de três fisioterapeutas com ergonomia e fisioterapia do trabalho e três estagiários de fisioterapia, classificar as patologias existentes para o posterior tratamento. “Nessa fase, avaliamos cada detalhe da postura dos colaboradores, investigamos também suas rotinas dentro e fora do âmbito laboral, assim teremos base para um tratamento ou prevenção eficaz”, comentou a consultora Silvia Renata Castilho, fisioterapeuta do trabalho e ergonomista do Sesi de Dourados.