Logomarca

Um jornal a serviço do MS. Desde 2007 | Sábado, 16 de Outubro de 2021

Sidrolandia

Secretária pede para sair e pode ser a 3ª substituição no 1º escalão

O primeiro a deixar o Governo foi o secretário de Infraestrutura Felix Bernart, que preferiu tocar seus negócios particulares na área agrícola.

Flávio Paes/Região News

17 de Julho de 2013 - 07:39

O prefeito de Sidrolândia, Ari Basso, pode ter que substituir o terceiro membro do seu primeiro escalão em pouco mais de quatro meses de gestão. Agora é a secretária Municipal de Educação, Inês Nestor, já pediu pelo menos cinco vezes para deixar o cargo porque precisa faze um tratamento de saúde. 

O primeiro a deixar o Governo foi o secretário de Infraestrutura Felix Bernart, que preferiu tocar seus negócios particulares na área agrícola. Quem nas próximas duas semanas pedirá exoneração é o secretário de Finanças, Raul Savaris, que é funcionário de carreira da Prefeitura e está em processo de aposentadoria.

A saída da secretária de Educação embora ainda não tenha sido anunciada oficialmente, já é dada como certa por vereadores da base aliada tucana. Os três secretários embora ligados ao PSDB, são da cota pessoal do ex-prefeito Enelvo Felini que os escolheu após a eleição de outubro, sendo mantido pelo prefeito interino Ilson Peres e o prefeito Ari Basso.

A saída deles, portanto não devem trazer desdobramentos políticos já que os cargos não entraram na composição para acomodar os aliados. É possível que os novos secretários só sejam indicados após a definição da reforma administrativa em fase de estudos para ser implantada depois de aprovada pela Câmara Municipal na volta do recesso, em agosto. 

Está sendo cogitada a fusão das Secretarias de Infraestrutura e Serviços Urbanos. A Infraestrutura está sendo comandada de forma interina por Altino Dickel, enquanto à frente dos Serviços Urbanos, está Alcione Martins, presidente do diretório municipal do Democratas.    Especula-se também na junção de Finanças e Administração.

O setor financeiro foi assumido informalmente por Guaraci Fontana, que por 12 anos foi o homem forte da Prefeitura de Maracaju, dono de uma empresa de consultoria.