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Sidrolandia

TSE rejeita recurso e garante mandato de vereadores petistas

O ministro, que foi o relator, entendeu que não havia base para submeter o processo à apreciação do colegiado.

Flávio Paes/Região News

19 de Dezembro de 2012 - 16:51

Foto: Emmileny Monteiro/Região News

Edivaldo dos Santos "Vadinho" e Sergio Bolzan se livram de impugnação no TSE

O ministro do Tribunal Superior Eleitora, Henrique Neves da Silva, rejeitou o recurso apresentado pelo PDT que pretendia restabelecer a aliança com o PT na disputa por vagas na Câmara e afasta o risco dos vereadores petistas eleitos, Sérgio Bolzan e Edivaldo dos Santos, perderam os cargos, com a anulação dos seus votos e dos candidatos do partido que estiveram no palanque do PSDB na eleição de prefeito. O ministro, que foi o relator, entendeu que não havia base para submeter o processo à apreciação do colegiado.

O vereador Vadinho comemorou a decisão do TSE e garantiu que vai trabalhar para fazer um mandato que corresponda aos anseios da população. “Temos muito trabalho pela frente”, assegura. O PDT, além do PSC e PT do B, pretendiam anular a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul que manteve a aliança petista com o PMDB na disputa para prefeito e determinou uma chapa pura do partido na disputa por vagas na Câmara, vetando a aliança com o PDT, PSC e PTdoB.

Os petistas que acataram a orientação da direção nacional e apoiaram a aliança com o PMDB obtiveram 1.115 votos, que somados aos 2.211 dos candidatos que aderiram ao projeto eleitoral tucano, deram aos candidatos petistas a vereador 3.326 sufrágios. Como o quociente eleitoral necessário para garantir uma vaga na Câmara ficou em 1.779 votos, Vadinho com 620, garantiu a primeira, restou uma sobra de 2.147 votos, que acabaram beneficiando com a segunda vaga o sindicalista Sérgio Bolzan, com seus 454 votos.

Se o TSE decidisse impugnar o registro da chapa pura de candidatos a vereador, prevalecendo a aliança com o PSC e o PDT, os 2.211 votos dos petistas tucanos seriam considerados nulos, reduzindo o quociente eleitoral. Permaneceriam válidos apenas os votos dos petistas que se aliaram ao PMDB (1.115), elevando de 3.492 para 4.607 a somatória dos votos da chapa liderada pelo PDT.

A coligação garantiria o terceiro vereador, o 1º suplente Chester, que se juntaria aos vereadores eleitos Edno Ribas e Waldemar Acosta. A outra vaga ficaria com Jonas Rodrigues do PMDB, primeiro suplente da coligação PMDB/PR/PSD.