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Sidrolandia

Vereadores mudam dia 15 de dezembro para novos gabinetes no anexo da Câmara

A obra foi concluída e entregue nesta semana pela empreiteira Construbras

Flávio Paes/Região News

11 de Setembro de 2013 - 14:26

Foto: Natalício Mello/Região News

Vereadores mudam dia 15 de dezembro para novos gabinetes no anexo da Câmara

No próximo dia 15 de dezembro os nove vereadores que desde maio estão com gabinetes improvisados na Galeria Augusta, na Rua Lucia de Souza Mello, estarão instalados no anexo da Câmara onde foram construídos os gabinetes definitivos. A obra foi concluída e entregue nesta semana pela empreiteira Construbras. Entretanto, o presidente da Câmara, Ilson Peres, só vai receber o serviço e pagar o saldo de R$ 109 mil do contrato, quando tiver em mãos o parecer do perito que vai avaliar as condições do prédio.

Ainda em dezembro Peres pretendem licitar a compra do mobiliário (cadeiras e mesas) do plenarinho, o equipamento de som, além do elevador, equipamentos que devem custar R$ 120 mil, incluindo a mão de obra.

“Quero fazer a inauguração em fevereiro de 2014, no reinicio dos trabalhos legislativos”, informa o presidente da Câmara.  Uma das mudanças que pretende fazer é reduzir de 100 para 80 pessoas  a capacidade do plenarinho para permitir a colocação de cadeiras que ficam com os assentos levantados quando não estão sendo usadas.

O anexo da Câmara tem  732 metros de área construída, com estacionamento no térreo, gabinetes e um plenarinho. A obra foi iniciada pelo ex-presidente, Jean Nazareth,  que em dezembro chegou a fazer uma inauguração provisória, sem que o prédio tivesse com o acabamento concluído.

Mesmo assim, os vereadores não se instalaram nos gabinetes depois que foram gastos R$ 180 mil, durante a gestão interina de Sérgio Bolzan, na compra de mobiliário e computadores para o anexo. Em abril, uma chuva intensa, alagou os gabinetes, revelando problemas no sistema de calhas do telhado. Foi então alugada a salas na Galeria Augusta (ao custo de R$ 2,2 mil por mês)  onde nove vereadores se instalaram. 

A obra ficou parada de janeiro a abril porque a empreiteira exigia um aditivo de 25%, que elevaria o custo da obra em R$ 174,75 mil. O presidente Ilson Peres não concordou e contratou um perito, Eduardo Aleixo, para fazer uma avaliação das condições do prédio. 

O engenheiro avaliou que o prédio não tinha problemas estruturais, entretanto,  seria necessário fazer os projetos elétrico e hidráulico, além da substituição de alguns materiais. Reconheceu que o custo da obra estava com uma defasagem de 58% . O metro quadrado foi contratado a R$ 828,00 quando o custo real seria R$ 1.300,00 ,  o que exigiria um desembolso de mais R$ 400 mil, bem acima do saldo do contrato de R$ 109 mil.

O presidente da Câmara chegou a avaliar a possibilidade de promover uma nova licitação, caso a empresa desistisse do contrato. A Construbras em maio retomou o serviço e mesmo diante do risco de prejuízo decidiu  concluir a obra mesmo sem o aditivo do contrato.