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Noticia de: 20 de Março de 2017 - 16:36

Travessia de tubulação da drenagem interdita trecho da Rua Ponta Porã

A obra começou a ser executada pelo Governo do Estado em novembro com investimento de R$ 1,1 milhão.






 

Travessia de tubulação da drenagem interdita trecho da Rua Ponta Porã -
Foto: Reginaldo Mello/Região News


 
O Governo do Estado teve de executar esta obra pressionado pela ação judicial por danos ambientais numa propriedade de 1,2 hectares"
 

Um trecho da Rua Ponta Porã (entre a Martins Fradick e a Hélio Martins Coelho) foi interditado nesta segunda-feira para travessia da tubulação de drenagem para o escoamento da enxurrada que desce do Bairro Cascatinha. A empreiteira planeja concluir ainda nesta segunda-feira a travessia desta via de acesso a MS-162, trecho Sidrolândia/Quebra Coco/Dois Irmãos do Buriti. Os motoristas tem que desviar por uma rua paralela à rodovia no Jardim Petrópolis.

A obra começou a ser executada pelo Governo do Estado em novembro com investimento de R$ 1,1 milhão. Estão sendo instalados 724 metros de tubulação, poços de visita, caixas de retenção, além de um dissipador (uma espécie de escadaria) para reduzir a velocidade das águas pluviais com isto evitar alagamentos na região que fica no entorno. Esta drenagem vai captar a enxurrada que desce do Cascatinha, passa pela Ponta Porã e provoca alagamentos na Vila Tereré e Petrópolis.  

Obra de reparação

As obras de drenagem foram retomadas na primeira semana de fevereiro, após aproximadamente 30 dias de paralisação, por conta de férias coletivas. O projeto prevê um sistema de drenagem ao longo de toda a extensão da Rua Hélio Martins Coelho (desde o prolongamento da Rua Ponta Porã).

Esta tubulação vai captar e escoar a enxurrada que desce do Cascatinha, passa por uma boca de lobo em frente do Supermercado Serve Bem e hoje alaga casas situadas na Vila Tereré, especialmente no prolongamento das ruas Mato Grosso e Espírito Santo.

O Governo do Estado teve de executar esta obra pressionado pela ação judicial por danos ambientais numa propriedade de 1,2 hectares. A chácara ficou retalhada pela erosão que começou a se formar porque passou a receber a enxurrada que desce do Cascatinha desde a pavimentação da MS-162 (trecho entre Sidrolândia/Quebra Coco).









Flávio Paes/Região News


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