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Brasil

Auxílio de R$ 600: Caixa anuncia antecipação da segunda parcela; veja datas

Pagamentos começariam no dia 27, de acordo com o mês de nascimento, a passaram para a partir do dia 23, também conforme o nascimento.

G1

20 de Abril de 2020 - 16:41

Auxílio de R$ 600: Caixa anuncia antecipação da segunda parcela; veja datas

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou nesta segunda-feira (20) a antecipação do pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600.

Guimarães deu a informação ao participar de uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto com outros integrantes do governo.

No calendário inicial, o pagamento começaria no próximo dia 27. Pelo novo calendário, a segunda parcela será paga nas seguintes datas:

  • Quinta-feira (23): nascidos em janeiro e fevereiro;
  • Sexta-feira (24): nascidos em março e abril;
  • Sábado (25): nascidos em maio e junho;
  • Segunda-feira (27): nascidos em julho e agosto;
  • Terça-feira (28): nascidos em setembro e outubro;
  • Quarta-feira (29): nascidos em novembro e dezembro.

O auxílio de R$ 600 foi aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo governo para ajudar os trabalhadores informais em meio à pandemia do novo coronavírus.

Com a pandemia, diversos setores além da saúde têm sido afetados e, com isso, a pandemia tem provocado efeitos também na economia.

Bolsa Família

De acordo com o presidente da Caixa Econômica, a segunda parcela será antecipada para as pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e para quem se inscreveu via aplicativo ou site da Caixa.

Os beneficiários do Bolsa Família, contudo, seguirão o cronograma de pagamento previsto para o programa. Conforme o calendário anunciado em 7 de abril, as próximas parcelas serão pagas em:

  • segunda parcela: nos últimos dez dias úteis de maio;
  • terceira parcela: nos últimos dez dias úteis de junho.

Regularização do CPF

Uma das exigências da Receita Federal para que a pessoa receba os R$ 600 é a regularização do Cadastro de Pessoa Física (CPF).

Na semana passada, o Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), com sede em Brasília, derrubou a exigência.

O governo federal, contudo, recorreu, e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta segunda-feira derrubar a decisão. Com isso, voltou a valer a exigência do CPF regularizado.