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Economia

Colheita do milho na reta final no Norte de Mato Grosso do Sul

Na sexta-feira (9), o mercado do milho apresentou tendência de desvalorização, com queda aproximada de 5,17% em comparação ao início do mês de agosto.

Famasul

13 de Agosto de 2013 - 14:47

Camapuã, Chapadão do Sul, Nova Alvorada do Sul e Pedro Gomes foram os primeiros municípios de Mato Grosso do Sul a finalizarem a colheita do milho safrinha.  Localizados ao Norte do Estado, o ritmo da colheita desses municípios colaborou para que a região atingisse 89,6% do total de sua área já colhida. Já ao Sul do Estado, Juti e Caarapó são os mais adiantados na colheita da segunda safra do milho, com 90% da área já colhida.

As informações são do Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio (Siga), divulgados pela Associação dos produtores de Soja (Aprosoja/MS – Sistema Famasul), nessa terça-feira (13). Apenas 28,5% da área cultivada com milho safrinha em Mato Grosso do Sul ainda não foi colhida. Os municípios de Maracaju e Naviraí são os mais atrasados, com apenas 50%.

Nessa edição do relatório do Siga também foi divulgado o estudo de potencial agrícola do Estado, indicando as áreas mais propícias as desaconselháveis para a agricultura. Parte dos municípios de Tacuru, Sete Quedas, Japorã, Iguatemi e Novo Mundo estão entre as regiões mais favoráveis para o cultivo de soja e milho, segundo os estudos elaborados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Na sexta-feira (9), o mercado do milho apresentou tendência de desvalorização, com queda aproximada de 5,17% em comparação ao início do mês de agosto. Atualmente a saca de 60 quilos do grão está estimada em R$ 15,35, valor abaixo do preço mínimo estabelecido pelo Governo Federal, de R$ 17,46.

Comparando a agosto do ano passado, a desvalorização do milho chega a 14%. As grandes possibilidades de declínio nos preços em função do volume ofertado fizeram com que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) incluísse MS no leilão Prêmio Equalizador Pago ao Produtor. Pelo Pepro serão disponibilizados semanalmente lotes de 250 mil toneladas de milho, até que o Estado atinja a marca de dois milhões de toneladas comercializadas, quantidade que cumpre com a necessidade dos agricultores e das cooperativas quanto ao escoamento e armazenagem.