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ECONOMIA

Dólar opera em queda após feriado de Páscoa, abaixo de R$ 3,65

Na quinta-feira (24), o dólar avançou 0,12%, a R$ 3,6812 na venda. A moeda norte-americana acumulou alta de 2,78% na semana passada, mas continua em baixa de 8,05% no mês

G1

28 de Março de 2016 - 09:21

O dólar opera em baixa nesta segunda-feira (28), após o feriado de Páscoa e na véspera da reunião do PMDB que deve decidir pelo rompimento com o governo, mesmo após o Banco Central informar que não fará nesta sessão leilão de rolagem de swaps cambiais tradicionais, que equivalem à venda futura de dólares, segundo a Reuters. Às 10h, a moeda norte-americana caía 1,04%, vendida a R$ 3,6427.  Veja a cotação do dólar hoje

Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h09, queda de 0,41%, a R$ 3,6658.
Às 9h39, queda de 0,92%,a  R$ 3,647.

Na quinta-feira (24), o dólar avançou 0,12%, a R$ 3,6812 na venda. A moeda norte-americana acumulou alta de 2,78% na semana passada, mas continua em baixa de 8,05% no mês.

Ação do BC

O Banco Central não anunciou leilão de swap cambial reverso, que equivale a compra futura de dólares, para esta sessão. O BC realizou quatro operações desse tipo na semana passada, após deixar a ferramenta encostada por três anos.

O BC fez na quinta-feira leilão de swaps cambiais reversos, que equivalem à compra futura de dólares, pelo quarto dia consecutivo, após deixar a ferramenta encostada por três anos.

No entanto, o BC não vendeu nenhum contrato dos até 3 mil ofertados, levando o dólar a reduzir a alta sobre o real. O lote foi também menor do que as outras três operações. O avanço do dólar foi limitado também porque alguns operadores realizavam lucros após a forte alta da sessão passada.

O BC também reduziu pela terceira vez neste mês a oferta de swaps cambiais tradicionais --que equivalem a venda futura de dólares-- para rolagem dos contratos que vencem em abril.

Muitos operadores acreditam que o enfraquecimento do dólar desagrada ao BC ao prejudicar exportadores no momento de intensa recessão e, assim, poderia afetar as contas externas do país. A autoridade monetária diz que age para mitigar a intensa volatilidade, que vem em meio a forte incerteza política.