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ECONOMIA

Emprego na indústria recua pelo quinto mês seguido, indica IBGE

Quanto aos setores, os de alimentos e bebidas (1,5%) e de borracha e plástico (3,1%) registraram as principais influências positivas.

G1 MS

12 de Novembro de 2013 - 10:26

O emprego na indústria brasileira recuou 0,4% em setembro, na comparação com o mês anterior, na série livre de influências sazonais, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Essa foi a quinta queda seguida nesse tipo de comparação.

No ano - de janeiro a setembro, o índice acumula recuo de 0,9% e, em 12 meses, de 1%. Na comparação com o mesmo período de 2012, baixa de 1,4%. Em setembro, a produção da indústria brasileira subiu 0,7%.

Em relação a setembro de 2012, o número de trabalhadores caiu em 12 dos 14 locais pesquisados pelo IBGE. O principal impacto negativo sobre o indicador partiu da Região Nordeste (-6,3%), que teve influência negativa da redução de funcionários do setor de alimentos e bebidas (-10%), calçados e couro (-8,0%) e vestuário (-4,5%), entre outros.

Outros destaques negativos partiram de São Paulo (-0,8%), da Bahia (-6,4%), de Pernambuco (-6,5%), do Rio Grande do Sul (-1,4%) e de Minas Gerais (-1,2%).Na análise por setor, o total do pessoal ocupado assalariado recuou em 14 dos 18 ramos pesquisados.

As pressões negativas vieram de máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-5,7%), produtos de metal (-4,3%), calçados e couro (-4,7%), produtos têxteis (-4,2%) e máquinas e equipamentos (-2,2%), entre outros.

Na contramão, as principais influências positivas sobre a média da indústria foram observados nos setores de borracha e plástico (4,8%), meios de transporte (0,9%) e produtos químicos (1,4%).

De janeiro a setembro, o emprego industrial, que mostrou queda de 0,9%, manteve a mesma tendência em 11 dos 14 locais e em 11 dos 18 setores, com destaques para a região Nordeste (-4,6%) e para os setores de calçados e couro (-5,3%) e vestuário (-3,1%), entre outros.

Na contramão, entre os que tiveram resultados positivos estão Santa Catarina (1,0%) e Paraná (0,5%). Quanto aos setores, os de alimentos e bebidas (1,5%) e de borracha e plástico (3,1%) registraram as principais influências positivas.