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Policial

Casa é arrombada dois dias seguidos à plena luz do dia; vítima crítica desinteresse da Polícia

O crime aconteceu entre 8 e 10 horas da manhã. Até agora a Polícia ainda não tem pistas de autor do arrombamento.

Flávio Paes/Região News

16 de Abril de 2013 - 16:23

Foto: Marcos Tomé/Região News

Casa é arrombada dois dias seguidos à plena luz do dia; vítima crítica desinteresse da Polícia

Edinéia dos Santos

A ousadia dos marginais em Sidrolândia para a prática de pequenos furtos a plena luz do dia foi mais uma vez exercitada na plenitude semana passada. O fato só agora veio a público pela voz do vereador Edivaldo dos Santos “Vadinho” (PT) durante sessão ordinária desta segunda-feira (15).

Dona Dona Edinéia dos Santos Silva, que mora há seis anos no Jardim Pindorama, durante o dia deixa a casa trancada porque sai para o trabalho. Na terça-feira da semana passada (09/04), o ladrão pulou o muro e entrou na casa arrombando a porta dos fundos. Levou joias, dinheiro, um aparelho de DVD, perfume e até um ursinho de pelúcia.

A vítima teve de deixar o trabalho para registrar o boletim de ocorrência na delegacia. Na quarta-feira (10/04), quando foi avisada por telefone do segundo arrombamento na sua casa, retornou à Polícia Civil para cobrar providências. O policial que atendeu não quis fazer um novo BO, mas diante das reclamações de Edinéia, uma equipe esteve na casa dela.

Depois desta dupla experiência de arrombamento, a única providência que restou a Edinéia, além de rezar, foi reforçar a porta aberta duas vezes, com a colocação de uma tranca de madeira. “Como nunca tinha sido vítima de furto e arrombamento, eu até acreditava que Sidrolândia fosse uma cidade livre da violência”, desabafa.

Os arrombamentos aconteceram entre 8 e 10 horas da manhã. Até agora a Polícia ainda não tem pistas do autor(ou autores) dos furtos.

 Para o vereador Vadinho, embora sejam reconhecidos os problemas de estrutura (falta de pessoal e de mais viaturas), seria importante, os policiais adotarem uma postura mais atuante. “Eu fui testemunha do quanto é precário o atendimento prestado à população. No final de semana passado estive à noite na delegacia para fazer o boletim de ocorrência de um acidente. Esperei quase duas horas até que aparecesse alguém de plantão na portaria”, relata.

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