Policial
Cinco homens são suspeitos de estupro coletivo em festa em Goiás
Segundo a polícia, a jovem afirmou que o estupro aconteceu durante uma festa na casa de um comerciante da cidade
G1
14 de Novembro de 2014 - 14:21
A
Polícia Civil investiga um suposto estupro coletivo contra uma adolescente de
17 anos durante uma festa em Indiara, no sul de Goiás. De acordo com a
vítima, ela foi abusada sexualmente, no último domingo (9), por cinco homens.
Todos os suspeitos já foram identificados pela polícia, mas ainda não foram
ouvidos pelo delegado que investiga o caso, Queops Barreto.
Segundo a polícia, a jovem afirmou que o estupro aconteceu durante uma festa na
casa de um comerciante da cidade. Ela diz que mantém um relacionamento amoroso
com ele há um ano.
O site tentou contato com o advogado que representa os suspeitos, mas as ligações não foram atendidas até a publicação desta reportagem.
A
garota procurou a delegacia da cidade para denunciar o caso ainda no domingo e
passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). De acordo
com Queops, o laudo constatou o estupro.
Ainda segundo o delegado, os suspeitos deverão ser ouvidos na próxima semana,
após o depoimento de testemunhas que estavam na festa. Também são ouvidas
amigas da vítima que a viram após caso.
Festa
Durante a festa, segundo a garota, ela e o homem com quem mantém um relacionamento
foram para um dos quartos da residência. A jovem relata que enquanto os dois
mantinham uma relação sexual, os outros quatro homens entraram no quarto e a
abusaram sexualmente. Ela também foi mordida e levou chineladas nas costas e
nádegas, afirma o delegado Queops Barreto.
Após o crime, a adolescente foi levada embora por outra pessoa que estava na festa. Ela crê que o estupro já tinha sido planejado pelos suspeitos, porque eles falavam entre si sobre seguir um esquema. Se era para seguir o esquema eles já tinham combinado alguma coisa antes, acredita.
A avó da garota teme que o caso não seja esclarecido. Espero que faça justiça porque eles arrumam advogado, e o advogado ajuda eles. A gente não tem [advogado], fica esperando pela Justiça, afirma a mulher, que não quis ser identificada.




