Policial
Delegado diz que ex-procurador perdeu a chance de se defender
O ex-procurador está preso no Presídio de Trânsito em Campo Grande desde 24 de junho.
Correio do Estado
04 de Julho de 2016 - 16:45
O depoimento do ex-procurador Carlos Alberto Zeolla, investigado por estupro de vulnerável, durou menos de 15 minutos. Isto porque ele não se defendeu, nem confirmou as denúncias que recaem contra ele. Reservou ao direito de se manifestar em juízo.
Ele perdeu a chance de tentar se defender, declarou o delegado que preside o inquérito, Mario Donizete, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA).
O advogado de Zeolla, Rodrigo Paes, disse que o interrogatório foi realizado dentro da normalidade e que não pode dar detalhes porque o caso tramita em segredo de Justiça. Ele confirmou que entrou com pedido de habeas corpus e aguarda decisão judicial.
O ex-procurador está preso no Presídio de Trânsito em Campo Grande desde 24 de junho. Ele foi levado para o Centro de Triagem Anísio Lima e está em cela semelhante a que os detidos na Operação Lama Asfáltica ficaram.
AS DENÚNCIAS
Carlos Zeolla é investigado por estupro de um garoto de 13 anos e abusos contra outros dois, de 10 e 11 anos. Segundo a polícia, ele oferecia bebidas alcoólicas e presentes aos meninos. Ele está preso desde o dia 24 de junho.




